A APURAÇÃO DAS ELEIÇÕES NO PRIMEIRO TURNO (Parte 02)

 

LEIA ATENTAMENTE e, se estiver de acordo, compartilhe por favor:

 
“O TSE informou que 7,2 milhões de votos foram anulados pelas urnas “irregulares” – digamos assim, respeitando a terminologia deles! Ninguém está inventando nada. Apenas repetindo o que eles confirmaram oficialmente. Pois bem, a diferença de votos que levaria à vitória de Bolsonaro no primeiro turno foi de menos de 2 milhões. Não precisa ser nenhum gênio em Matemática e até mesmo pros alunos da Pátria Educadora será uma operação simples e de nível primário avaliar que 46% desses 7,2 milhões de votos que foram “anulados” (sempre usando a terminologia oficial), que é o número porcentual atingido por Bolsonaro SEM INCLUIR OS TAIS VOTOS ANULADOS, representaria exatamente um número de votos equivalente a mais ou menos 3,8 milhões de votos só para Bolsonaro, apenas mantendo a média por ele atingida. Ou seja, um número MAIS DO QUE SUFICIENTE para ter dado a vitória a Bolsonaro. JÁ NESTE PRIMEIRO TURNO.
 
Perante isso, e apenas para ficarmos com os números aceites pelo TSE e ignorando as demais evidências, temos então a constatação que o país foi mais uma vez solapado em seus desejos majoritários e na vontade soberana de seu povo de eleger o candidato que voluntariamente escolheu. Simples assim.
 
A não ser que as forças que atualmente nos governam admitam que vivemos numa Ditadura oficial COMUNISTA, e então teremos que aceitar a imposição governamental como já é feito em TODOS os países sob o jugo COMUNISTA, então a conclusão óbvia é que essas eleições nada tiveram de éticas e democráticas em sua apuração e na metodologia utilizada.
 
Como oficialmente as forças governamentais petistas e de seus aliados pemedebistas, psdebistas “et caterva” vivem apregoando que vivemos numa DEMOCRACIA e que eles defendem tal “democracia”, nada mais ético, justo e coerente, portanto que: 1) eles esclareçam em nome da transparência e do respeito às regras democráticas por eles mesmos enunciado, os motivos que levaram à anulação de mais de 7,2 milhões de votos, de urnas; ressalve-se, também que se trata de urnas que eles SEMPRE afirmaram ser inteiramente confiáveis 2) autorizem a auditagem dessas urnas, antes, durante e depois da realização do Segundo Turno das eleições, por órgãos isentos e comprovadamente apartidários.
 
Caso contrário, perante a comprovação da gravidade do ocorrido, de fatos “irregulares” por eles mesmos confirmada, estarão confessando publicamente o inteiro desrespeito às normas democráticas e à Constituição Brasileira. E não terão o que reclamar pela conseqüência de seus atos CLARAMENTE contrários à transparência democrática e numa afronta direta ao que rege a Constituição Pátria.
0 respostas

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *