A Entrevista de Divaldo Franco contra A Ideologia de Gênero

 

 

 

O extraordinário médium, filantropo, professor, escritor – com vários livros publicados de reconhecida inspiração e ilibada reputação em todos os setores espíritas -, palestrante e orador espírita brasileiro, conhecido como Divaldo Franco, deu uma entrevista em evento público, respondendo ao questionamento de um espectador presente sobre o que pensa da “Ideologia de Gênero”. Em sua resposta, que fala em Marxismo, em guerra cultural e em uma meta perversa de destruir valores morais na sociedade, Divaldo fala o seguinte:

 

 

Sua entrevista continua também disponível na íntegra, para consulta no site MENSAGEM ESPÍRITA

 

Essa entrevista, como seria de se esperar, despertou a ira de vários nomes da assim por eles autodenominada corrente “progressista” do espiritismo, que assinou um abaixo assinado que pode ser consultado pelo link abaixo:

https://jornalggn.com.br/tag/blogs/divaldo-franco

Tal reação nada mais é do que aquela que seria esperada dessas pessoas, já que Divaldo Franco não se limitou a se posicionar, de forma clara e aberta, apenas contra a “Ideologia de Gênero”, mas também contra a penetração cultural do Marxismo e das cartilhas gramcistas na sociedade brasileira, e, por se tratar de uma das mais renomadas e influentes personalidades identificadas com o Kardecismo e um dos maiores nomes do movimento espírita brasileiro, o grande médium brasileiro não hesitou em pôr a mão na ferida, sem qualquer subterfúgio, e em mexer com os brios e o orgulho de algumas “individualidades” e de trazer à tona certas posturas dentro do movimento espírita que se mantinham convenientemente na semi-obscuridade do anonimato e da omissão.

Posturas que devem estar na raiz do Manifesto emitido, provavelmente até por espíritas autênticos e bem intencionados, que se auto-intitulam também “progressistas”, talvez levados por algumas circunstâncias lamentáveis e devastadoras que se iniciaram com os eventos ligados à Revolução de 1964 e que, na época foram maliciosamente exploradas pela militância comunista, que espertamente localizou um campo fértil e uma brecha imensa para disseminar ideias errôneas – que continuam sendo disseminadas até aos dias de hoje-, induzindo pessoas que simplesmente tinham como motivação a defesa dos mais fracos e desfavorecidos a se identificarem tragicamente com a Ideologia Socialista ou até mesmo com a Marxista, sua coloração mais radical.  Mas, o discurso amoroso e a postura firme de Divaldo Franco, sem dúvida um farol exemplar para todos os simpatizantes ou praticantes do verdadeiro Espiritismo, sinaliza inequivocamente que é chegado o momento dessas pessoas iniciarem um processo inverso de “desligamento” dos equívocos alimentados por longos anos e de começar a “separar o trigo do joio”, como se diz em termos bíblicos. Para que, por condicionamento, ilusão ou até por orgulho evitem continuar colaborando com a desgraça e o atraso para si e para os outros.  Se a crença pessoal de cada um é assunto pessoal e de foro íntimo de cada um, a partir do momento em que tais crenças prejudicam comprovadamente a coletividade, isso passa a ser uma atitude totalmente adversa aos preceitos do Espiritismo. E precisa ser combatida severamente.
Simplesmente isso.

De fato, o ataque frontal e implacável de Divaldo Franco, tratando-se de quem se trata, além de, como se costuma dizer no vulgo, ter desentocado alguns “indecisos”, que até aqui se diziam apartidários, mas se apressaram a divulgar publicamente tal manifesto (e, até manifestação em contrário, quem divulga é porque endossa), tem o condão de poder provocar uma reflexão séria e verdadeiramente aprofundada não apenas para esses cidadãos que se auto-intitulam espíritas “progressistas”, mas, para todos os que escolheram trilhar o caminho da Luz e da Evolução, como é o caso dos que se dizem cristãos e espíritas, em geral.

Pois, em primeiro lugar, tudo leva a crer que o adjetivo “progressista” seja apenas mais um disfarce e um “reluzente” eufemismo, que se junta à coleção de tantos outros epítetos similares que os Marxistas se utilizam para tentar vender o mesmíssimo “pacote” maléfico, já sobejamente identificado e execrado por mentes mais avisadas e para vender deturpações como o Politicamente Correto, o Globalismo e a própria Ideologia de Gêneros, mencionada por Divaldo. Pois a denominação Espírita já diz tudo. É auto-explicativa. Não necessita de outros adjetivos, por mais sedutores que possam parecer, e muito menos admite subdivisões e brechas que visem dar passagem a outras energias que não sejam a da Luz, da Verdade e do verdadeiro Amor.

Não que ser espírita ou ser cristão implique necessariamente em ser perfeito. Todos nós somos humanos e passíveis de imperfeições, até mesmo Divaldo Franco. Mas que a divergência frontal entre o que significa ser espírita – ou cristão, no sentido puro da palavra – e o que significa ser comunista conduz a uma evidente contradição e, pelo menos, a uma necessária reflexão, isso é inegável; pois revelam as mesmas incompatibilidades abissais e inconciliáveis que saltam à vista e ferem a lógica e o bom senso, quando alguém que se diz cristão se propõe a defender o nazismo.

Pois se, pelo livre-arbítrio a que todos temos direito, é certo e de absoluto foro íntimo pessoal que todos nós temos o direito à imperfeição (espíritas, cristãos, capitalistas, “progressistas”, marxistas ou o que for, o Criador comum a nenhum de nós lança mão de rótulos para tentar nos diferenciar: basta-Lhe enxergar sua criação), e isso inclui o de fazer o mal a nós próprios, pois em conseqüência cada um de nós recebe o justo preço fixado pela Harmonia Suprema, decorrente de seus atos e de suas escolhas, por outro lado, o direito a fazer ou defender o Mal para os outros, como é o caso comprovado do Comunismo e do Nazismo, NINGUÉM tem. E devem ser combatidos, como bem afirma Divaldo Franco. E não existem dogmas nem religiões superiores à máxima que afirma: “Não faças a teu irmão aquilo que não desejas para ti”, segundo o próprio Cristo.

Portanto, se você que se diz espírita “progressista” acha que suas escolhas e suas crenças só prejudicam a você e a mais ninguém, então vá em frente. Afinal, pelo menos apenas como espírita que se apregoa, você certamente não desconhece as conseqüências de seus equívocos, caso venha a causar prejuízos e desgraças aos outros. Alegar desconhecimento ou falta de aviso e de informação, perante a Justiça Divina, não vai colar mesmo. Seria outra flagrante contradição, para quem se diz Espírita.

Como, da mesma forma, aqui mesmo, no campo de batalha terreno, arrumar argumentos rebuscados e inflamados, técnicos e absolutamente irrelevantes para tentar obscurecer ou desqualificar as verdades trazidas à tona pelas palavras ditas por Divaldo Franco, também não vai colar. Porque contra a Verdade e o Bem, mão alguma se levantará. Muito menos quando Dela tenta se disfarçar!

E foi para deixar isso bem claro que o Iluminado Divaldo Franco falou e levantou a voz. Simples, direta e cristalina, como costumam ser todas as comunicações desse médium Iluminado. E, ressalve-se, fê-lo apenas em nome dele. Jamais em nome de qualquer Entidade Espírita, ou em nome do Espiritismo. Nem ele jamais se outorgou tal direito. Sua obra e seus feitos em prol à Caridade, à Bondade e à Tolerância, como verdadeiro divulgador do Kardecismo, são mais do que suficientes para falarem por ele.

E, cá pra nós, que “progressista” algum nos ouça: Divaldo Franco não necessita de disfarce algum para atacar o Mal e a Inverdade, e, na verdade, nem necessita que o defendam a ele pessoalmente – algo que de fato não estou fazendo – pois está muitíssimo bem guardado. Apenas tento fazer a minha parte, corroborando suas palavras, como uma humilde homenagem, que é o mínimo a ele devido, e pegando carona em sua ajuda para continuar combatendo o veneno da maldade. E, convenhamos, a figura pessoal de Divaldo Franco representa com inteiro brilhantismo e mérito a beleza da verdadeira Doutrina Espírita, e seu currículo é mais do que suficiente para lhe outorgar qualidades para falar de Moral, Ética e Justiça.

Pois, de fato, foi como ser humano e como brasileiro que Divaldo Franco falou. Volto a repetir: não precisou se apresentar como Espírita para fazê-lo. Seu currículo fala inteiramente por ele. E assim o fazendo, nada mais fez do que dar voz ao sentimento de milhões de cidadãos cansados de ver o mal causado por algumas personalidades encasteladas no Poder governamental. Citando suas próprias palavras, “nos últimos anos, o Poder Central tem feito todos os esforços para se tornar o patrão de uma Sociedade em plena miséria: econômica e moral e os exemplos de algumas dessas personalidades dessa sociedade são tão aviltantes e agressivos que se constituíram legais, porém nunca morais”

No seguimento, Divaldo Franco, provou mais uma vez porque é conhecido como o Paulo de Tarso do Espiritismo, ao condenar abertamente a omissão para apontar com toda a clareza “as muitas aberrações que nós silenciamos”, dizendo o seguinte: “(Nós) os espíritas somos muito omissos; no nome falso e na capa da humildade achamos que tudo está bem. Mas nem tudo está bem. É necessário que nós tenhamos VOZ; o apóstolo Paulo jamais silenciou perante a imoralidade e o crime. E Jesus muito menos. Ele deu a César o que é de César, mas não deixou de dar a Deus o que é de Deus” E continuou, citando  um renomado filósofo “o grande pecado é a omissão. E Kardec nos falou que não era nobre apenas não fazer o mal e que NÃO fazer o bem é um crime muito grande. Então precisamos ser mais audaciosos, definidos, termos opinião”

Divaldo Franco também não hesitou em dar nome aos bois ao dizer com todas as palavras: “a finalidade de determinados comportamentos de alguns de passado muito próximo, é estabelecer o Marxismo no Brasil e a corrupção como princípio ético”. Mais claro e transparente do que isso só pedindo pra desenhar mesmo.

Dentro desse espírito crítico que apontou as muitas deturpações e inversões a que temos presenciado, e que foram trazidas por algumas dessas personalidades ligadas ao Governo, ele citou algumas “Cartilhas do Ministério da Educação depravadas, (feitas) para corromper as crianças e que as escolas estão devolvendo ao Ministério. Que Ministério da Educação é esse? De uma indignidade muito grande: os pais devem vigiar os livros dos seus filhos e naturalmente recusarem. Nós temos o direito de recusar. Nós temos o dever de recusar.”

E continua, dizendo que “a Doutrina nos ensina que o sexo é livre; livre sim, mas ele não tem a liberdade de indignificar a Sociedade; poderemos sim exercer a função do sexo: é uma função do corpo e também da alma, mas com respeito e a presença do amor. Portanto, a Ideologia do Gênero jamais”.

E, para corroborar suas palavras ele recomenda a audição das palavras ditas pelo Juiz do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Dr. Haroldo Dutra , na qual ele se manifesta claramente contra a Ideologia de Gêneros. Não contra qualquer tipo de sexualidade, mas contra a generalização e o distúrbio causados por quem tenta plantar algumas deturpações. Como fica bem claro na entrevista com o Dr. Haroldo Dutra: uma coisa é o direito a sermos o que somos – inclusive no que concerne à identidade sexual de cada um – de acordo com o que é a vontade de nosso Criador comum, e outra bem diferente é tentar impor uma “cartilha” com finalidades escusas, mas que mais pode gerar prejuízos do que qualquer benefício a quem se deixar levar por suas premissas enganadoras.

 

Iraci de Campos entrevista Haroldo Dutra

 

Como se não bastasse o parecer Jurídico, também o parecer da Medicina veio corroborar as palavras de Divaldo Franco já que o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP), em nota divulgada no dia 16 de fevereiro, entendeu que a saúde mental das crianças e dos adolescentes não pode ser objeto de questões políticas, ideológicas ou de outra ordem, sob pena de causarem confusão mental nesses grupos de risco.

Não satisfeito ainda, Divaldo Franco foi mais específico e citou o trabalho do venerando Dr. Sérgio Moro, Presidente da República de Curitiba, dizendo o seguinte: “Todas essas “modificações que estamos vendo graças à República de Curitiba, cujo Presidente é o Dr. Moro, que deve ser o desmudar da hipocrisia e da criminalidade, e o nosso juiz levantou um véu que ocultava crimes hediondos”.

Nada mais fez do que fazer inteira justiça ao patriotismo, à coragem e à hombridade absoluta desse Juiz, venerando sim, em nome do trabalho que vem desenvolvendo na função e na Missão que lhe foram designados. E que foi identificado como “Presidente da República de Curitiba”, porque é dessa forma respeitosa e carinhosa que qualquer cidadão brasileiro simples e comum se refere ao se referir ao trabalho dos elementos ligados à Lava Jato e à sua figura de proa, o Juiz Dr. Sérgio Moro. Ressalve-se que essa é mais uma ironia que deu sentido positivo a um sarcasmo criado na verdade por personalidades ligadas ao Marxismo. Pena que incomode também os “progressistas”. Porque aos Espíritas ela não incomoda mesmo. Veja só como a vida pode ser brincalhona.

Porque o Dr. Moro, para nós, brasileiros, é venerando, SIM, pelo trabalho que vem desenvolvendo, por seu patriotismo e pela imensa dívida de gratidão que todos nós, brasileiros, para com ele temos. E de nada vale tentar denegri-lo pessoalmente com acusações ou vilanias de todas as espécies. Algo que certamente será vedado a Espíritas que seguem a máxima de Cristo: “Atire a primeira pedra quem não tiver pecados”. Por isso, quem quiser que esperneie e continue prestando reverência a bandidos, fazendo o Culto à Personalidade de corruptos e canalhas – esse sim o verdadeiro e condenável Culto à Personalidade – e saia em defesa deles, aberta ou disfarçadamente, mas o cidadão de bem, com certeza a imensa maioria dos 200 e poucos milhões de brasileiros, certamente se levantará em uníssono de suas cadeiras para aplaudir o trabalho do Dr. Moro e agradecer ao maravilhoso médium, Divaldo Franco, pela homenagem prestada ao Dr. Moro e pelo generoso apoio prestado ao Bem Coletivo e à Pátria Brasileira.

Divaldo Franco deixa um recado para todo o povo brasileiro, um recado oportunissimo, já que estamos em ano de eleições e muito se espera dos resultados desse escrutínio: “Já está na hora de acabar de votar por uma alpercata japonesa; já está na hora de deixar de votar por causa de um emprego que é dado a nossos filhos. Pensarmos na comunidade”

Previno-lhe, portanto, que cabe aos que ousaram levantar a voz ou assinar Manifestos para atacar Divaldo Franco, como espíritas que apregoam ser, que tentem refletir seriamente sobre suas escolhas, engulam sua arrogância e seu orgulho, e tentem achar pelo menos um pingo mínimo de humildade para respeitar a voz e o currículo de Divaldo Franco e não endossar Manifestos desse teor. É o respeito mínimo que merece esse Ser de Luz a todos nós, meros caminhantes, ainda mais inteiramente imperfeitos, como eu. Espíritas, ou não!

Quanto aos “progressistas” militantes, ou similares, resta dizer: colega “se coloque”, como dizemos em bom brasileiro! Ter a audácia de pedir a Divaldo Franco – com o currículo de Integridade pessoal e de Solidariedade para com os mais desfavorecidos que ele ostenta – que defenda os direitos dos mais fragilizados socialmente, como ousa apontar o seu Manifesto “progressista”, não é mais orgulho apenas: é SOBERBA mesmo. Quanto a “não alimentar discursos de ódio partidário” como seu Manifesto “progressista” ousa sugerir a Divaldo Franco, só pode ser mais uma HIPOCRISIA sórdida e uma perfídia deslavada. Nada que espante, quando isso parte de marxistas e de comunistas assumidos. Já é comportamento perfeitamente identificado por muitos e catalogado devidamente em qualquer manual básico de sociopatia. Pelos vistos, teremos que nos habituar a engolir essas mesmas hipocrisias de “progressistas”, a partir de agora, também?

Pois, além do mais, qualquer cidadão brasileiro, hoje minimamente informado e não aliciado ou contaminado pelo veneno marxista, sabe que quem tentou e tenta abafar a democracia, instalar o caos social e obstar à regeneração da sociedade, como muito bem apontou Divaldo Franco, não foram outros senão os próprios Partidos Marxistas e seus simpatizantes. Qualquer cidadão brasileiro, hoje minimamente informado e/ou não aliciado ou contaminado pelo veneno marxista, sabe que quem criou e tenta propagar a qualquer custo o verdadeiro ÓDIO neste país, aparelhando o Estado e tentando se apoderar permanentemente do Poder, através de manobras e decisões escusas, como muito bem apontou Divaldo Franco, não foram outros senão os próprios Partidos Marxistas e seus sequazes, colaboradores e simpatizantes.

Qualquer outra argumentação que fuja a essa constatação real daquilo que vem acontecendo no país, desde que os radicais esquerdistas assumiram o Poder no país, não passa de balela, falácias, mistificação e de tentativas maliciosas e pérfidas de tentar camuflar, manipular e inverter a verdade dos fatos.

Estamos, pois, devidamente conversados!

 

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