MISSÃO CUMPRIDA

O BRASIL EM PRIMEIRO LUGAR E DEUS ACIMA DE TODOS

 

“The carnival is over (Acabou o Carnaval)”  –  Dead Can Dance

 

Após vários anos de dedicação quase religiosa a uma causa, a de levar informações que tentassem impedir que o Brasil fosse tomado pelos comunistas/bolivarianistas, confesso que a eleição de Jair Messias Bolsonaro cimentou com imenso sucesso a primeira e principal etapa de todo um esforço patriótico nesse sentido que me propus a levar a cabo e na qual me transformei em feroz cabo eleitoral do nosso Capitão, não apenas pela sua figura pessoal, um homem honesto e do bem, com uma imagem que seus adversários tentaram debalde denegrir, a ponto de tentarem atentar contra a sua integridade física, mas, sobretudo, pelo que ele representa na luta contra o comunismo bolivarianista e contra todo esse sistema corrupto e nauseabundo que nos asfixia há décadas e pela Mudança que a eleição dele promete trazer a nosso país. E encarei tudo isso como parte do “karma” e das obrigações de gratidão naturalmente contraídas para com a pátria que me viu nascer

Uma obrigação iniciada com o bendito “impeachment” de Dilma Rousseff, sem dúvida o marco inicial que sinaliza o início do fim de uma era de trevas que varreu e quase feriu de morte o Brasil e o início do processo de desbaratamento do solo pátrio de uma das mais asquerosas corjas de meliantes e de seu projeto de implantar aqui uma ideologia das mais retrógradas, perniciosas e letais que se tem notícia na história da humanidade.

E, confesso, apesar de apaixonante e por vezes divertida, foi também uma obrigação quase sempre asfixiante, angustiante e dolorosa que se prolongou – a meu ver – desnecessariamente, já que tivemos em mãos a ocasião de ter cortado radicalmente a cabeça dessa Hidra monstruosa. Contudo, por imaturidade política, por uma opção jurídica preciosista – talvez não necessariamente errônea, mas estrategicamente falha – ou por uma visão desfocada de alguns segmentos que teimaram em perseguir prioritariamente a corrupção esquecendo que até ela, a corrupção – a endêmica, aquela que atingiu níveis estratosféricos e paralisantes, por que sejamos justos, corrupção sempre existiu no país desde os tempos coloniais e, convenhamos, não foi inventada pelos petistas -, nada mais é do que a filha mais horrenda e danosa trazida pelos governos petistas e seus coligados e associados de conveniência e que não é possível extirpar por completo uma excrescência sem antes cortar a cabeça da besta que a gera, e com isso deram uma sobrevida ao monstro que continuou a gestar seus inevitáveis horrores que terminaram por conduzir o país a este impasse permanente e desgastante ao extremo durante a gestão Temer e culminou com a polarização radicalizada do país e com o surgimento abençoado de Jair Bolsonaro, como a última e única tábua de salvação – mas não a derradeira, não se iludam – a livrar-nos de cair imediatamente no terror do precipício marxista/totalitarista/fascista/bolivarianista.

Uma obrigação que julgo terminada neste momento em que, graças ao sangrento portal de esperança aberto com o atentado a Bolsonaro, o país começou finalmente a despertar da inércia da zona de conforto e de omissão costumeiras e uma imensa onda auriverde finalmente se levantou para combater a ameaça malévola da única forma possível que tínhamos em mãos e que se revelou terrivelmente eficaz neste momento: a força das redes sociais. Uma força isolada tão poderosa que de “per si” levou à vitória avassaladora de Jair Messias Bolsonaro nestas eleições. O Brasil viu na prática, pela primeira vez em sua história, a imensa verdade da frase: “O povo unido jamais será vencido”!

Em tempos de internet e de comunicação galopante, eu refaria e atualizaria essa frase:

“O povo unido E ATUANTE jamais será vencido!”

Fazendo um paralelo forçado, mas não de todo descabido para quem tem Fé e acredita na intervenção permanente das Forças Invisíveis nos caminhos da Humanidade, não há como não lembrar também que o Cristianismo só atingiu profundamente o coração da Humanidade e conquistou a mente de muitos seres humanos depois que a Inteligência Suprema permitiu o sacrifício na Cruz de seu Filho mais Dileto. Não fora isso, quem sabe a Divina Pregação de Amor do Mestre Nazareno teria ficado restrita a uns poucos discípulos e a Humanidade tivesse que esperar mais alguns séculos para galgar esse imenso Degrau de Luz em sua escala evolutiva.

Não entenda errado: longe de mim querer comparar a figura iluminada do Cristo, um Ser de Luz,  o Senhor dos Mundos, à figura simples de Jair Bolsonaro, um homem de bem, mas um caminhante na trilha, como cada um de nós. Não deturpe o sentido do que quero falar. Poupe-me! Não sou petista para você imaginar que seja fanático. Mas que é significativo que da mesma forma que o Cristianismo se propagou como rastilho após a crucificação do Cristo (e não por acaso é a Cruz o símbolo máximo que representa o Cristianismo), também o Brasil – a prometida Pátria do Evangelho, não esqueçamos – só começou a reagir e a combater a ameaça que sobre nós pairava depois que se concretizou o atentado criminoso e orquestrado à figura do nosso Capitão. Coincidência de métodos?

Pode ser. Quem poderá dizer? No campo da Metafísica só cabe o que o coração nos diz.

Não que a eleição de Bolsonaro tenha eliminado ou sequer afastado definitivamente o perigo que continuará a rondar-nos. Sabemos que a infiltração comunista foi profunda e longa demais e iludiu muitos corações e mentes neste país. E o inexplicável e absurdo índice de quase 45% de votos direcionados a Haddad e, por tabela, ao PT e a seus líderes corruptos até à medula e quase todos eles em confinamento prisional, mesmo depois de exaustiva exposição dos desmandos e crimes praticados pelos governos petistas, são mais do que suficientes para comprovar que a pestilência do Mal e do Caos foi solidamente inculcada em boa parte da nação brasileira. E isso é um mal que não se cura senão com paciência, firmeza e um longo tempo de “hospital” e muito menos é um mal que será curado como num passe de mágica. Ademais, hoje todos nós já sabemos – ou pelo menos já deveríamos saber – da obstinação insana deles e da necessidade de implantarem aqui um Plano malévolo, que transcende e muito as fronteiras brasileiras.

Por isso, continue atento e ATUANTE, por que eles NÃO DESISTIRÃO! Poderão mudar de sigla, de nome, de líderes, de cor partidária, falarem exatamente o contrário do que defendiam no instante imediatamente anterior e até afirmar defender qualquer coisa que possa viabilizar seus planos de poder, mesmo que inteiramente contrária aos princípios partidários que vinham advogando. Nada e nem alguém é de fato relevante para eles, e todos os artifícios e mentiras, todos os expedientes por mais vis e criminosos que sejam, todos os eventuais aliados, mesmo que criminosos confessos, ladrões e narcotraficantes, são apenas ferramentas das quais se utilizam sem o menor pudor para atingir seus objetivos de Poder a qualquer custo, como deixaram bem claro ao longo desse penoso processo eleitoral.

Sem dúvida será uma das principais preocupações do Presidente eleito desmantelar as amarras de atraso e fanatismo que foram plantadas em solo pátrio e plantar antídotos que evitem que o país volte a incorrer no terrível risco de radicalização ideológica que acabamos de atravessar, sempre dentro das normas democráticas e do respeito à Constituição em vigor.

Só a título de exemplificação e para deixar bem claro o nível de contaminação da lepra cancerosa marxista, confesso que, de vez em quando, após ingerir previamente algum antiácido “psicotrópico” preventivo, desses que o farmacêutico da esquina recomenda à socapa para enfrentar “paradas barra pesada”, me permito dar uma olhada por alguma das muitas revistinhas pretenso-intelectuais esquerdistas que pululam nas bancas próximas às Universidades, para tentar aferir a quantas anda a patologia da galera jovem e para não esquecer mesmo em momentos de ufanismo como os de agora que o paciente oncológico chamado Brasil acabou de sair de um estágio quase terminal. E, quem lida com processos oncológicos, sobretudo quando foram registradas muitas metástases, como acontece no caso do paciente citado, sabe que a convalescença é longa e delicada e o perigo de uma recaída é permanente, se não ocorrer uma mudança efetiva nos padrões que levaram à doença.

Gente! É estarrecedor! Deparei-me com uma dessas revistas recheadas de pretensão intelectual, a começar pelo nome, prenha de uma filosofia rasteira do tipo que ensina a galerinha a estocar vento, dando-se ares de muita erudição e muita doutrinação embutida, do tipo lavagem cerebral esquerdista assumida. Não espanta o nível de insanidade psicótica de nossa juventude e de boa parte da intelectualidade brasileira, após tantos anos de deliberado e livre massacre intelectual marxista. Só como exemplo, o artigo editorial de fundo com o título “O Ódio ao PT” era um primor de “nonsense” psicótico. A criatura perturbada que assinava tal artigo assustava-se com a onda “inexplicável e injustificada” (sic) – acredite se quiser – de ressurgência dos valores tradicionais, familiares e patrióticos, e, – mais assustador ainda – reclamava de uma pretensa perseguição e ódio ao Partidão por parte de uma boa parcela da população brasileira. Exatamente como se quem assinou essa pérola, que ainda não consegui definir se seria do humor ou da psicose pura, tivesse passado os últimos 20 anos vivendo alhures em Marte e ignorasse ou negasse todos os crimes, desmandos e barbaridades perpetrados por esse Partido nefasto em solo pátrio. Defendem o Partidão como um pai defenderia sua filha donzela, ou um sumo sacerdote defenderia as vestais de seu Templo, e exatamente com a mesma ênfase demente com que defendem a inocência de seus líderes, quase todos eles presidiários.

E o nome disso já está devidamente catalogado no Manual de Psiquiatria Clínica com o título pomposo de Oligofrenia Política, um conceito que se refere à caracterização de indivíduos que não têm capacidade intelectual para enxergar a realidade política. Não possuem discernimento para entender os fatos e distinguir o que é real do que é apenas uma projeção fantasiosa de suas crenças.

É esse lixo que infesta as bibliotecas universitárias e as bancas de revistas das nossas maiores cidade e que ocasiona, num processo psicológico conhecido como imunização cognitiva, que tais pessoas “contaminadas” se armem com um escudo que permite que possam se aferrar obstinadamente a valores e credos, mesmo que fatos objetivos demonstrem que suas crenças não correspondem à verdade.

Sabedor disso, não dá para cultivar ódio a tais pessoas simplesmente por que a religião da gente não nos permite, mas, confesso que o natural sentimento de compaixão que devemos manter por tais pessoas dementes, por vezes descamba para o asco, mesmo contra a nossa vontade, pois é impossível deixar de lembrar que a demência dessas criaturas nada tem de inofensiva e poderá ser extremamente nociva a todos nós. Pois, se deixados livres e com algum tipo de poder na mão, esses pobres diabos podem condenar muita gente à extrema dor física e moral e levar à desgraça e ao horror da fome e do totalitarismo todo um país, como, aliás, aconteceu onde quer que esses dementes foram deixados à solta.

Mas dá para vaticinar com absoluta certeza que a eleição de Bolsonaro não é e está muito longe de ser o término do processo de expurgo e saneamento dessa pestilência ideológica totalitarista que o país necessariamente precisará atravessar. A luta será muito árdua e sabemos que a esquerda raivosa e mesquinha não vai deixar barato pra Bolsonaro e para nós, os vencedores nesta batalha fundamental que acabamos de atravessar, para nós, essa maioria de cidadãos sãos e conscientes que o elegeu. À parte os militantes petistas e de partidos afins que naturalmente tudo farão para retomar o poder e tentar sabotar ao extremo qualquer projeto de reconstrução do país, pois esse sempre foi o histórico dos petistas quando na oposição, sabemos que os simpatizantes disfarçados do esquerdismo, mesmo os não-declaradamente petistas, já têm até separadas as listinhas daqueles de nós que expuseram apoio explícito a Bolsonaro e não desperdiçarão a menor chance de nos atacar na primeira oportunidade e tentar revidar a frustração da derrota sofrida, ou de tentar provar que as crenças invertidas deles é que eram as corretas e as nossas erradas. Isso é o ser humano!

Uma pena a cegueira e a ingratidão dessas pessoas, que só atingirão a si próprias, pois, na verdade, não existe qualquer explicação plausível que justifique que uma pessoa sã e que se declare bem intencionada continue apoiando essa corja de facínoras de altíssima periculosidade. Que a pessoa o faça em nome de uma pretensa fidelidade às crenças esquerdistas, é apenas mais uma falácia a encobrir o real motivo: caso a pessoa não sofra de oligofrenia política ou ainda não esteja mesmerizada sob o efeito de imunização cognitiva, não esqueça que a mesquinhez, o orgulho, a cegueira e a ingratidão também são parte da sombra de qualquer ser humano. Pois, na real, ninguém pede que essas pessoas sejam obrigadas a abrir mão de suas crenças políticas. Apenas que não apóiem meliantes. E convenhamos, se você que se diz esquerdista não “toma tento e se assunta”, como falam meus queridos irmãos nordestinos, então eu que sempre me declarei um liberal convicto e assumido, mas que prezo algumas ideias esquerdistas – particularmente as que defendem o social – lhe afianço que esquerdismo é algo sério e não merece estar enlameado pelos interesses espúrios e criminosos de bandidos confessos e condenados. A não ser que você se declare igual.

Por outro lado, nesses casos, não se trata de uma mera divergência de opiniões, algo que exigiria de todos nós o respeito pelas opiniões e pontos de vista alheios, mesmo quando inteiramente diversos. Nada a ver. Nem tente vir com essa. Não dá para respeitar opiniões de pessoas que apóiam facínoras e que tentam trazer comprovadamente o Caos para o país. Não nestes casos comprovadamente patológicos e de conivência com o crime e com o Mal, que extrapolam os limites do são juízo, da decência, do zelo pelos bons costumes e até da Segurança Pública.

Esses são casos de Saúde Pública, pura e simplesmente e exigem medidas restritivas compatíveis. Simples assim!

Entretanto, para tal tarefa, pelo menos por agora, em princípio não contem comigo! De minha parte, tentarei manter o silêncio e a impassibilidade, uma insuspeita fleuma britânica, ante o que vier – e virá! – e tentarei dedicar-me a outros projetos, com a certeza de que a missão a que me propus foi bem cumprida. Fiz a minha parte ao tentar repassar a informação que julgo ter sido útil e não creio que haja mais nada que tenha a acrescentar sobre esse tema escabroso, que não venha a cair na redundância e na repetição entediante.

Cabe a todos os cidadãos brasileiros terem finalmente aprendido essa lição para permanecerem sempre muito atentos e mais participantes na vida política do país e lutarem, a partir de agora, para preservar a liberdade e a promessa de retomada do Progresso, ambos conquistados a duríssimas penas, mas ainda sob ameaça de nos serem solapados novamente. Não vacilem! Interesses poderosos foram mexidos. E eles não desistirão e todos já sabemos que expedientes vis usam e de que baixarias e ações criminosas são capazes. Isso não significa de forma alguma um apoio cego e incondicional a quem quer que seja ou a eventuais atos que possamos não julgar ser os corretos. Mas significa uma vigilância e uma participação cívica e consciente da população, muito diferente da omissão, da desinformação e do descaso que têm caracterizado até algum tempo atrás o comportamento de boa parte dos cidadãos com razoável nível de educação e preparo neste país. Significa mudar os padrões que permitiram que se instalasse no país esse processo de lepra cancerosa, sob pena de vermos ressurgir um processo talvez mais maligno e letal ainda.

Que Bolsonaro possa ter sempre em mente que excrescências radicais como o PT, o PSOL e similares só proliferaram no país como uma reação natural aos excessos e à crueldade de uma elite oligárquica de “coronéis regionais” gananciosa, egoísta, cruel e desprovida de compaixão pelos seus semelhantes, à conivência de poderosos conglomerados capitalizados, poderosos e predadores e a um sistema financeiro abusivo e com lucros imorais e extorsivos. E que uma reação ainda mais devastadora do que essa que acabamos de atravessar fatalmente se formará no nosso horizonte, se não tivermos aprendido as lições e reincidirmos nos erros cometidos. Ação, reação! Que ele tenha a sabedoria de imprimir as necessárias tintas liberais que o país tanto necessita, consoante o mérito e o esforço de cada um, não descurando, porém, dos cuidados com os menos favorecidos. E que, com isso ele possa de fato unir o país e iniciar o processo de nos reconduzir aos trilhos da Ordem e do Progresso que fazem parte do nosso lábaro

E o Brasil possa, enfim, começar a fazer inteiro jus à fama de Pátria do Evangelho e de país do futuro tão alardeada pelos ensinamentos esotéricos. Pois, não se engane um segundo sequer: apenas isso impediu que fôssemos agora mais uma Nicarágua, ou uma Venezuela. Por qual outra razão seria diferente? Por qual outro motivo, se não o fato de termos um destino predestinado – por mérito próprio, diga-se de passagem, pois a espiritualidade que pulsa neste país é admirável – mereceríamos da Providência Divina a distinção de ter um destino diferente de tantos infelizes países que já sucumbiram ao jugo comunista, nesse plano malévolo que está sendo levado a cabo globalmente?

Pense nisso!

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