A Saúde em Cuba

É inegável que as conquistas alcançadas pela Revolução Cubana com a implementação de Saúde e Educação gratuitas na ilha são realidades admiráveis, sob determinado ponto de vista, se considerarmos as condições de extrema pobreza existentes em Cuba. Dentro desse êxito se encontra a propalada taxa de mortalidade infantil de 4,8 por 1.000 nascidos vivos, em 2009, de acordo com os dados fornecidos pelo Governo Castrista. Algo que colocaria Cuba com taxas equivalentes às do Canadá e inferiores às dos Estados Unidos. No entanto há que considerar dois fatores importantíssimos, que, embora possam não desqualificar por inteiro a iniciativa cubana, nem desmereçam esses avanços, jogam uma luz mais realista a esses números: a conhecida prática de mascarar resultados praticada pelo governo cubano e a opção velada, mas assumida, pela Política abortista adotada pelos Órgãos de Saúde em Cuba. Sob esse tema, leia o texto abaixo:

 

 

 

“Inúmeras são as anedotas em que o governo castrista adultera seus números para tentar dar provas ao mundo das glórias da Revolução, com muitos acadêmicos desconfiando das estatísticas oficiais.

Resultado de imagem para mortalidade infantil em cubaUm demógrafo da Academia Nacional de Ciências descobriu que os próprios dados do governo cubano não batiam com as estatísticas oficiais sobre a mortalidade infantil, que indicavam um número crescente de mortes e não o contrário como o governo divulga; uma suspeita que encontrava eco em outras estatísticas do Ministério da Saúde cubano que mostravam altos índices de enfermidades infantis, geralmente relacionadas a uma alta taxa de mortalidade.

Outros estudiosos levantaram suspeita quanto aos números envolvendo o HIV, destacando a grande quantidade de cubanos que serviram em guerras africanas, os muitos estudantes africanos que viviam em Cuba, o enorme mercado de sexo no país e o alto índice HIV entre os cubanos que escapavam da ilha.

Uma pesquisa secreta do Partido Comunista Cubano em 1987, com 10.756 participantes de uma província demonstrou que 88% da população dessa província estava decepcionada com o sistema de saúde.

Quando o índice de suicídios no país atingiu níveis alarmantes – atualmente é o dobro do índice típico de países latino-americanos – o governo cubano deixou de divulgar estatísticas suicidas para não permitir comparações internacionais desfavoráveis.”

 

Mortalidade infantil em Cuba: Mito ou Realidade?

Baixa Mortalidade Infantil?

A Política de Abortos em Cuba

 

Kevin D. Williamson

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