Verdades à meia luz

Não conheço ninguém da minha família que tenha sido torturado pelo Regime Militar, mas minha família inteira foi roubada durante o Governo do PT

Lamentavelmente, a frase que apresenta este artigo é um fato que pode doer em muitos mas que não tem como ser negado. Pois chegamos ao tempo em que algumas verdades precisam ser ditas  e expostas, para que se produza uma limpeza e a necessária renovação que este país sofrido e dividido tanto necessita.
Respeito e me solidarizo inteiramente com a dor e a mágoa de quem teve alguém de sua família atingida pela tortura durante o Regime Militar. No entanto, imagino que, fora algumas exceções que podem ter existido, os que foram atingidos em geral eram terroristas, ou comunistas suspeitos na época de o serem. Infelizmente, naquela época não havia uma sabedoria que diferenciasse uma coisa da outra. Não se separou o trigo do joio, algo que, convenhamos, em épocas de turbulência é algo que costuma ser difícil de ser praticado
 
Por que, esclareça-se: havia e muitos marxistas que o são por pura convicção ideológica e por uma identificação profunda com a causa social, que merecem não apenas total respeito por sua dor, mas também a gratidão e a reverência absoluta de todos nós pelo real devotamento a uma causa tão nobre: o amor pelo outro! .
 
Contudo eles precisam permanecer inteiramente restritos à defesa da causa humanitária e Social em que acreditam e lutarem com afinco para serem desvinculados dos objetivos políticos e da GANÂNCIA de Poder perseguidos pela maioria dos marxistas militantes ideológicos – digamos assim  – pois a linha divisória a separar esses dois campos pode ser por vezes bastante tênue e levar muitos a transpor fronteiras, por vezes sem se aperceberem, e isso é péssimo – e tantas vezes letal –  para os demais. Pois, essas pessoas bem intencionadas apenas, precisam entender que tal confusão e a relativa facilidade de misturar conceitos é inteiramente aproveitada por aqueles que usam e se aproveitam desses ideais para aliciar pessoas e impor o Caos e seu domínio perverso, ditatorial, totalitário e nocivo  EM TODOS OS SENTIDOS
 
E, se tentarem transpor essa fronteira, como muitos infelizmente o fazem, estarão prestando um desserviço à coletividade e certamente contribuirão – e muito – para prejudicar os outros.
O exemplo mais gritante e mais expressivo dessa confusão foi praticado pelo Mahatma Gandhi , um Ser de Luz inegável, uma grande alma, como o nome indica, mas que prejudicou  o povo indiano durante mais de meio século, quando transpôs desastrosamente essa fronteira e propiciou/avalizou a instalação do socialismo marxista de Nehru. Trágico! Estudem a experiência indiana para entenderem o que estou falando e não se deixem levar pela retórica e pela falácia dos trevosos, que irão tentar desqualificar tudo, como sempre. A Verdade sempre incomoda profundamente as Trevas e a única forma que eles têm para permanecer nas sombras (e isso é um direito deles, garantido pelo Livre Arbítrio) é tentar desqualificar a réstia de luz que teima em entrar.
Lamentavelmente, esse exemplo continua sendo adotado por outros expoentes e líderes na África e América Latina, como é o caso de Mujica, no Uruguay, por exemplo, aparentemente um bem intencionado que pratica tal confusão e que produz quase sempre os mesmos resultados catastrófico. E, o que é pior, mesmo após a exibição clara dessa catástrofe (vide o exemplo venezuelano), muitos continuam querendo ludibriar todos, insistindo em querer tapar o sol com a peneira, como se diz no vulgo, usando para tal de falácias, sofismas e até de mentiras e deturpações, se necessário for, para impor seus pontos de vista perversos – ou em outros casos, pelo menos equivocados. O nome disso, então, passa a ser Trevas. Simplesmente! Prejudicar os demais, usando de má fé,  em nome do Orgulho, da Soberba e da Egolatria não tem outro nome. 
 
Por isso, esses que se permitem transpor essa fronteira, não devem reclamar por sofrerem a rejeição dos cidadãos comuns (despidos de ideologias) e a perseguição feita pelos órgãos da Lei e da Ordem, cujo símbolo maior foi, é e será sempre o Exército.
 
Infelizmente, a defesa do Social – um dos tripés do Marxismo (em tese) – foi a isca principal usada pelos trevosos, visíveis e invisíveis, para ocultar seu real objetivo perverso. Inicialmente no Velho Mundo, muitos anos atrás. Hoje, eles sofisticaram essa estratégia por lá, refinando-a e tornando-a mais sutil (mais gramcista e menos leninista, a grosso modo) e essa tática usada de forma bruta – como o bolivarianismo, por exemplo- ficou restrita aos países de Terceiro Mundo: América Latina e África, aonde ainda tem chance de vingar. Para infortúnio (ou Karma, mas aí já adentraríamos no campo da metafísica, que quero evitar) das massas desses continentes.
 
Acredito que hoje o Exército Brasileiro esteja bastante mais sintonizado com essas sutilezas e consiga fazer sem muita dificuldade tal diferenciação. 
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