A criminalidade esquerdista avança no mundo inteiro porque ela tem três características potencializadas ao máximo:

 

  1. a) Resiliência;
  2. b) Cinismo;
  3. c) Ausência de qualquer limite moral, legal ou ético.

 

“Dark Wave”  –  Dark  Morph

 

 

A criminalidade esquerdista também tem a seu favor a natureza humana, que:

 

  1. a) Tende a crer em mentiras e ilusões, e a buscar os caminhos mais fáceis (desonestos);
  2. b) Tende a rejeitar tudo o que é trabalhoso, difícil e que exige esforço genuíno para ser conquistado.

 

 

A direita ajuda a criminalidade esquerdista por meio de suas três falhas capitais:

 

  1. a) Covardia diante da força do inimigo;
  2. b) Ignorância sobre o que realmente é a esquerda;
  3. c) Pretensão que a leva a pensar que entende o que está muito longe de entender.

 

 

A experiência acumulada dos dois lados também é desigual:

 

  1. a) Se somarmos os socialistas pré-Marx, tais como Saint-Simon e Fourier, a criminalidade esquerdista já acumula mais de 250 anos de experiência teórica e prática, já tendo dominado e destruído dezenas de nações, acumulando a impressionante marca de mais de 100 milhões de mortos;
  2. b) Já a direita, embora tenha a mesma idade da esquerda em termos de teorias, se pegarmos como marco inicial Edmund Burke, ela nunca acumulou muita experiência prática no combate à criminalidade esquerdista. Houve um macartismo aqui ou outro ali; e de vez em quando surge algum pinochetismo de vida curta, mas nada que se compare à brutal expertise esquerdista.

 

 

As primeiras três fases do projeto de dominação esquerdista foram estas:

 

  1. a) Estruturação de sua visão de mundo por meio de extensa produção teórica;
  2. b) Redução dessa visão de mundo a uma ideologia;
  3. c) Aplicação dessa ideologia em revoluções, criando infernos na terra, tais como URSS, Cuba e Coréia do Norte.

 

 

Embora a fase revolucionária não esteja extinta, pois temos ainda exemplos recentes como o da Venezuela, a criminalidade esquerdista já avançou para outras fases:

 

  1. a) Aparelhamento em escala mundial das instituições, sendo exemplos claros dessa realidade a fraude de Biden, e nossos Congresso, STF e STE, que libertam criminosos, impedem reformas importantes e lutam para manter a total falta de transparência dos processos eleitorais;
  2. b) A descoberta do terror higienista como forma de domínio global, destruindo economias, saqueando cofres públicos e cerceando as liberdades individuais em nome do “combate” a um vírus de baixíssima letalidade.

 

Essa esquematização que fiz é básica. Porém, se você a seguir, estudando um autor fundamental que aborde cada um dos itens, certamente ganhará uma visão mais realista do tamanho do abacaxi que você deseja que Bolsonaro descasque sozinho.

 

 

Marco Frenette