O ódio é a resposta emocional ao nosso reconhecimento de que há algo de específico errado com o mundo.
Diz-me o que odeias e dir-te-ei quem és. E se me dizes que nada odeias porque não há nada de errado no mundo, fico então com uma imagem ainda mais clara do que és — incuravelmente ingênuo.
Mas, afinal de contas, de onde veio esta questão do “discurso de ódio”? A sua origem está no esforço, agora em larga medida bem-sucedido, de derrubar a estrutura moral da sociedade.
De forma geral, esta transformação foi levada a cabo através do uso perspicaz da conversa a respeito de “direitos”.
Aquilo a que antes se chamava, por razões racionais, uma desordem ou um vício começou por ser tolerado, depois finalmente transformou-se em um “direito”.
Mal se torna um “direito”, qualquer pessoa que lhe chama de pecado ou de mal torna-se automaticamente um difamador e violador da dignidade e do orgulho humano.
“ Conhecereis a verdade é a verdade vos libertará” (João 8:32)
(Padre Paulo Ricardo)
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