A publicação feita por um contato virtual sobre o número de óbitos atribuídos pretensamente à pandemia do Covid-19, em boa hora me levou a consultar os dados existentes sobre o número total de óbitos no Brasil durante os anos de 2017/2018/2019 e 2020, para tentar chegar a algumas conclusões.

 

TOTAL  DE  REGISTROS  A  ÓBITO  NO  BRASIL, COMPUTADOS  TODOS  OS  ÓBITOS  ENTRE MARÇO  E  JULHO  DE  2017/2018/2019/2020.

 

2017  =  440.128

2018  =  509.214 (aumento de 15,70% de 2017 para 2018)

2019  =  533.192 (aumento de   4,71% de 2018 para 2019)

2020  =  596.904 (aumento de 11,95% de 2019 para 2020)

 

 

 

Ou seja, apenas desenvolvendo um raciocínio simples sobre esses números fornecidos para livre consulta pelo Registro Civil (Portal Transparência), veremos que tivemos um aumento porcentual de 15,70% de óbitos de 2017 para 2018, de 4,71% de 2018 para 2019 e de 11,95% de 2019 para 2020, sempre nos períodos de Março a Julho (sabemos que o número de mortes a ser atribuído ao Covid-19 no período anterior a Março de 2020, por mais que queiramos forçar a barra, é insignificante ou estatisticamente irrelevante) e tendo em foco que o período de computação a ser levado em conta por mortes pelo Covid-19 no Brasil pode ser considerado, por enquanto, dentro desse período, no qual os órgãos governamentais sob o comando dos Governadores de cada Estado da Confederação brasileira, apoiados pela Grande Mídia tradicional alardeiam já um total de mais de 100 mil mortes a serem hipoteticamente creditadas a essa tal “pandemia”.

Pois muito bem, se considerarmos então uma projeção da média de aumento de óbitos de ano para ano, em igual período (sempre de Março, inclusive, a Julho, inclusive), de 10%, que, grosso modo, representaria um porcentual de aumento a ser sempre considerado, na média, de ano para ano, teríamos tido um total hipotético correspondente a 586.511 óbitos nesse período de 2020, no Brasil. Tivemos um pouco mais de 596 mil óbitos.

Ou seja, traduzindo em miúdos, teríamos então uma diferença de óbitos excepcionais, ou anormais, em 2020 – aqueles que de fato superam o número que teria sido atingido considerando o porcentual NORMAL de aumento escolhido – para os números REAIS de óbitos de fato registrados no período de APENAS 10.000 óbitos a mais. Como, se eles alardeiam cem mil? Ou seja, temos de fato, estatisticamente, um número muito baixo de óbitos totais, pois temos que considerar os 100 mil óbitos creditados à tal da “pandemia” (lembre que em 2019 ainda não existia essa “pandemia”, portanto os tais 100 mil mortos, em 2020, teriam que puxar para cima em muito o número real de óbitos de fato obtido no período, para manter a normalidade estatística, certo?) e alardeados pelas citadas fontes: os órgãos governamentais regionais, responsáveis pela condução e apuramentos estatísticos de óbitos concernentes ao Covid-19 e as grandes mídias tradicionais que divulgam maciçamente tais dados. A não ser que acreditemos que hoje no Brasil só se morra de Covid-19. E essas mesmas fontes já divulgaram que o Covid-19 é hoje a quinta causa de óbitos no país. Então tá, mais uma vez. Mesmo que acreditemos que isso seja verdade, fica a indagação sem resposta: pelos vistos ninguém morreu, no Brasil, neste período, das 04 outras causas mais letais do que o Covid-19. Fenomenal. Provavelmente temos aqui milhares de eventos paranormais, sem explicação plausível, acontecendo no país sob o comando dessas fontes e ninguém sabia disso.

Para quem ainda não está satisfeito com esses cálculos estatísticos e transparentes e queira considerar apenas um porcentual de aproximadamente 5%, ignorando a média de anos anteriores a 2019, que foi bastante superior (de 2017 para 2018, por exemplo, foi de 15,70%), algo que corresponderia apenas a uma transposição simples do aumento verificado entre 2018 e 2019 (o menor índice conseguido e um índice excepcional sob qualquer aferição) teríamos mesmo assim uma projeção total de óbitos de aproximadamente 560.000 óbitos; na verdade, tivemos quase 597.000 mortes no total, como já foi citado, ou seja, mesmo assim, apenas 37.000 óbitos a mais, e algo ainda muito distante dos tais cem mil alardeados. Continuando o raciocínio do parágrafo anterior, “ipsis verbis” e fazendo uma mera substituição de números, onde necessário, mesmo assim continuaríamos sem ter como justificar as alegadas 100.000 mortes só para o Covid-19.

Se aplicarmos então o índice de 15%, número que até já foi atingido, sem “pandemia”, aí a divulgação desse número seco atribuído ao Covid-19 realmente vira uma pantomima estatística descarada.

Nem mesmo Nelson Rodrigues para ressuscitar o Sobrenatural de Almeida e solapar misteriosamente as demais mortes nesse período, no país, portanto, para continuar validando o raciocínio de que o Covid-19, no Brasil não apenas levou as tais 100 mil mortes que esses “paranormais” divulgam, mas também por um milagre que só pode ser atribuído aos desígnios e à vontade dessas fontes “transcendentais”, o Brasil deixou de apresentar óbitos pelas tais outras causas de mortes tradicionais: doenças do coração, câncer, doenças respiratórias crônicas, acidentes, acidentes vasculares, etc…

Fenomenal! Mas, como dizem que tem coisas que só acontecem no Brasil, quem sabe funcione essa mágica? Pena que até aqui, de “sobrenatural” mesmo a população só tenha conseguido enxergar a corrupção levada a cabo pelos governos esquerdistas, num crescendo exponencial, nos últimos trinta anos, pelo menos. Pelos vistos, se não conseguem continuar fazendo “arte”, de uma maneira, barrados que estão por um Governo Central saneador, vão continuar tentando de outra. Com ou sem “pandemia”! E tem lobotomizados que os defendem. Inacreditável!

Ironias à parte, o que isso prova, tendo em vista que nos limitamos a divulgar números oficiais e a expor cálculos estatísticos que dificilmente poderão ser contestados? Simples. Nos basta juntar a frieza do raciocínio aqui exposto ao que já foi amplamente divulgado sobre a falsificação e a manipulação descarada e “fajuta” feita pelas citadas fontes com fins exclusivamente “politiqueiros”, para perceber claramente que os números oficiais que nos são apresentados são totalmente irreais e falseados e o número de óbitos que de fato devemos atribuir ao Covid-19 – até mesmo ignorando aqueles falsamente atribuídos a esse vírus e todos sabemos que isso ocorreu, não apenas no Brasil – é muito, mas mesmo muito inferior ao que querem divulgar.

Não que o vírus não exista, não seja letal – por mais que de baixa letalidade – ou que não tenhamos que lamentar as mortes por Covid-19, sejam em que número real tenham sido. Não tentem deturpar minhas palavras, por favor, nem apelem para o “vitimismo” barato de sempre. Por que o que de fato quis demonstrar é o quanto mais uma vez o povo brasileiro – e acredito que não apenas nós, brasileiros – tem sido feito de trouxa deliberada e descaradamente pelos “poderosos” que manipulam a seu bel prazer o protagonismo e o domínio das informações, criando narrativas ilusórias que apenas os beneficiam.

E ainda tem gente que tem a cara de pau ou a patética desinformação – que outro nome dar a isso, afinal? – de querer defender uma via que prega abertamente a centralização na mão de uma elite estatal! Fica mais uma vez muito claro – como se precisasse ainda! – e mais do que transparente onde essa tal via sempre vai dar e o terror que representa sermos todos apenas “marionetes” – ou até buchas de canhão, em muitos casos – nas mãos ditatoriais e repressoras de governos centralizados e autoritários, a molde do que já acontece na China do Partido Comunista Chinês, na Venezuela de Maduro, no Irã Teocrático dos aiatolás, na Coreia do Norte dos ditadores Jong-Um e em outros governos centralizados absolutistas, como alguns querem implantar no Brasil. Hoje, a maioria do povo brasileiro já sabe muito bem por que é que esses “beneméritos” progressistas e “idealistas” querem implantar isso! Sabe sim!

Por que, ademais, após essa análise, o que podemos afirmar, também, com esses números realisticamente projetados é que de fato o Covid-19 está longe de poder ser considerado ainda uma pandemia, na acepção técnica da palavra. Pelo menos no Brasil.

Na verdade, muita coisa ainda será revelada, mas todos os indícios comprovam – e estes dados que envolvem a evolução da epidemia do Covid-19 no Brasil são apenas mais um dado a ser acrescentado ao tenebroso plano levado a cabo por uma aliança entre forças perversas, cruéis, genocidas e criminosas contra a Humanidade. Identificar essas forças é mera redundância, pois quem tem um mínimo de informação sabe perfeitamente quem são esses canalhas. Resta dizer que a cada dia que passa aquilo que para muitos incrédulos soava como teorias da conspiração, na verdade fica muito aquém do horror que a realidade vem de fato apresentando. Cabe parafrasear o ditado: a realidade é muito mais horripilante do que qualquer ficção. E todas as mentiras, canalhices e armações feitas em torno da Peste Chinesa são apenas uma faceta e uma das estratégias de uma autêntica investida das Trevas. Neste e em outros Planos.

Mesmo com todos os cuidados que a prevenção do contágio exige, a divulgação deste raciocínio – frio e estatístico – é apenas mais uma ajuda para que a população possa se livrar urgentemente do terror maquiavelicamente plantado e cruelmente disseminado por seres, organizações e entidades perversas, com o único e exclusivo objetivo de Dominação e de Poder e possa tocar sua vida livre das amarras da opressão do obscurantismo e dos interesses escusos de uma minoria de agentes do Mal.

 

Paulo Monteiro

 

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