Este texto abaixo, aparentemente, é de autoria desconhecida e me chegou às mãos sem identificação. Não é meu. Infelizmente. Por que eu o assinaria com todo o prazer e a maior honra.
Julgo que essa é a verdade que muitos na América Latina não querem escutar. Inveja?
Com certeza, e MUITA. Azar dos países do continente. Morram então de sua própria inveja. No atraso e no despeito cada vez maiores.
p.s.: obrigado Antonio Marques por ter postado este artigo
(Paulo Monteiro)

“Os Estados Unidos financiaram a reconstrução da Alemanha após a Segunda Guerra, e fizeram daquele país a segunda potência mundial em duas décadas; tinham interesse em deter o comunismo, promovendo o progresso da Alemanha Ocidental.

Em seguida os Estados Unidos também fizeram aliança com a elite japonesa, no final da II Guerra Mundial, para desenvolver o mercado japonês e poder vender seus produtos. Os japoneses souberam aproveitar e em pouco tempo estavam concorrendo com os americanos.

Os Estados Unidos atenderam aos apelos dramáticos do ditador Joseph Stalin e mandaram ajuda militar para a Rússia, na II Guerra Mundial. Era seu interesse. Os russos souberam aproveitar a oportunidade.

Os Estados Unidos fizeram da China uma potência, processo iniciado quando Deng Xiaoping recebeu Richard Nixon e abriu a economia chinesa para o capitalismo, tirando da fome e miséria iminente quase um bilhão de chineses escravizados por Mao Tse Tung, o único barrigudo da China.

Os Estados Unidos fizeram da Coreia do Sul uma potência, financiando seu desenvolvimento para deter o avanço comunista no país. Os Sul coreanos souberam aproveitar a oportunidade.

Os Estados Unidos estão fazendo da Índia uma potência, ao privilegiar mais investimentos naquele país. Bastou os Estados Unidos desviarem investimentos da China para a Índia para que a economia chinesa parasse de crescer os 15% ao ano, que impressionavam o mundo. Não deixando dúvidas de que são os Estados Unidos que fomentam as grandes economias, com investimentos e importações

Os Estados Unidos não fizeram do Brasil uma potência porque desde a década de trinta do século passado, nossos governos preferem se alinhar com regimes de Esquerda e investir na ignorância do nosso povo, em benefício de suas ambições políticas.

Na década de 70 os Estados Unidos ofereceram ao Brasil o mesmo que ofereceram ao Japão e à Coréia. O acordo MEC USAID. A Esquerda brasileira boicotou a REFORMA EDUCACIONAL que os dois países adotaram. O resultado está aí. Últimos lugares no PISA. Padrão Paulo Freire que os desinformados de sempre defendem com unhas e dentes.

País nenhum vira potência sem Educação, e há oitenta anos que o Brasil vive às voltas com o arcaísmo ideológico comunista, que investe na ignorância para controlar o povo e atrasar o país.

A introdução é para que atentem ao fato mais relevante do momento; é a primeira vez na nossa história que um presidente eleito encara os Estados Unidos como aliado sem restrição, o que não ocorreu nem durante o regime militar, que tinha nos Estados Unidos apenas um aliado político contra a expansão do comunismo. Mas tinha os EUA como adversário. Rompeu até o acordo militar para se unir à Alemanha num projeto nuclear.

(Obs:  Observe-se que boa parte do exército brasileiro, “positivista” ainda compartilha do mesmo ranço de atraso de sempre. De lascar – adendo meu)
Temos agora a primeira chance para o Brasil se transformar na potência econômica que sempre sonhamos.

Mas para que isso aconteça é necessário enterrar o que há de podre. Na política, na Justiça, principalmente no STF, e na Educação.

A vocação de vira-lata do brasileiro, identificada por Nelson Rodrigues, não é do povo, essa vocação é da elite, dos políticos. O povo é vítima dessa elite de “gangsters”, de esquerdistas.

Temos que destruir essa canalhada de traidores da pátria, para que o Brasil comece a se transformar naquele país do futuro que o mundo apregoa há muito tempo. O futuro é agora.

Para conseguir isso é imperioso destruir a imprensa comunista, os políticos canalhas e os quatro pilares do imoral, vulgar STF, o quanto antes. O Brasil tem pressa. São mais de oitenta anos jogados fora, que precisam ser esquecidos.

E esses idiotas que tentam desqualificar a aproximação do Brasil com os Estados Unidos, primeiro ato sensato de um presidente eleito pelo povo; esses traidores motivados por pura inveja e sensação de inferioridade, que vão todos para a Venezuela, Cuba ou Bolívia.

Assinado: por um brasileiro de verdade, que emprega e investe, em prol de uma sociedade verdadeiramente justa e solidária!

Abraços fraternos a todos que tiverem o prazer de ler esta mensagem e àqueles que discordam, com todo o respeito, mais uma vez afirmo, sigam para a Venezuela, Cuba e agora para a Argentina e vivam uma vida de caranguejo!
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