Um dos nomes mais interessantes da cena amazonense, a cantora e compositora Olívia de Amores entrega ao público o primeiro álbum em carreira solo: Não É Doce (2020). Com produção assinada em parceria com Bruno Prestes, e masterização de Steve Fallone, vencedor do Grammy que já trabalhou ao lado de nomes como The Strokes e Kacey Musgraves, o registro de dez faixas encontra em desilusões amorosas, medos e confissões românticas da artista manauara a base para cada uma das canções que recheiam o disco. Frações poéticas e sentimentais sempre regidas pela força das guitarras orquestradas pela musicista.

Entre as canções que recheiam o disco, preciosidades como a introdutória La Cancionera, o romantismo entristecido de Plano Baixo, a crescente Post-It, com seus sintetizadores e guitarras fortes que se espalham em um intervalo de mais de seis minutos de duração e o final com a belíssima “Brado Apocalíptico”. Completo pela presença do músico Leonardo Pimentel e vozes de Érica Tahiane e Bruno Prestes, o álbum conta com belíssima imagem de capa assinada por David Martins.

(Cléber Facchi do site Miojo Indie)

 

Veja AQUI o artigo completo

 

 

 

0 respostas

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *