Não é verdade que “ninguém pode fazer nada” contra a criminalidade esquerdista. Não é verdade que as pessoas aceitam a ditadura esquerdista por serem “insignificantes” e não terem “condições de reação”.

Pensamentos do Zé: Sobre mediocridade, omissos e excelência
A não reação se deve, basicamente, a quatro fatores: ignorância, covardia, egoísmo e ganância.
Ser omisso pra mim nunca será uma escolha! | Jovem AdministradorUns não enxergam o poço sem fundo por ignorância. E por ignorância, até defendem o aprofundamento do poço, a exemplo de defender o “Fique em Casa” e encher o saco de quem está sem máscara.
Outros enxergam, mas são covardes demais para lutar contra os construtores do poço. E como a covardia leva à bizarria, acabam ajudando na construção daquilo que eles próprios já perceberam que é errado e perigoso, a exemplo de diretores de agências de publicidade e muitos formadores de opinião.
E têm aqueles que são egoístas, e não acreditam que cairão no poço, e, portanto, os outros que se ferrem. É o caso dos que têm salários garantidos pelo governo ou simplesmente são ricos.
Editorial Marco Zero Conteúdo: Não é hora de jornalismo omisso e covarde - GGNPor fim, tem o ganancioso, que lucra política e financeiramente com a construção do poço e com o fato de as pessoas caírem dentro dele, a exemplo da Gazela Pink que reina no estado de São Paulo.
A não reação não se deve a impedimentos reais, mas a um conjunto de fatores psicológicos, emocionais e culturais. Noutras palavras, o impedimento está num certo tipo de mentalidade.
Nas pequenas cidades, o comerciante poderia se organizar com outros comerciantes e fazer uma visitinha bem especial ao prefeito calhorda. Pais poderiam ao menos tratar os filhos esquerdistas com mais firmeza, deixando de financiar sua maconha e vagabundagem.
Quem é rico poderia ajudar a financiar a reconstrução dos valores ocidentais por meio de doações. O policial honesto poderia dar ao bandido o único destino que merece, sempre que possível. O professor universitário poderia ousar dizer que é de direita e enfrentar a ira de seus colegas criminosos, etc. etc. e etc.
É deprimente alguém dizer que “não tem o que fazer”. Sempre temos o que fazer, quando realmente queremos fazer.
A ilustração abaixo resume bem o que foi argumentado aqui. Nela, o escravo de si mesmo se pergunta: “Como faço para sair dessa prisão?”.
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Artigo de   A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, barba, céu, close-up e atividades ao ar livre  Marco Frenette em Brasília (DF)

 

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