Após vários EP’s e sucesso local clamoroso, “Anything Can’t Happen” é o lançamento super aguardado de mais um fenômeno/segredo canadense: a talentosissima Dorothea Paas.

 

 

Afinal, a moça vinha cativando o público local em EP’s e apresentações em seu Canadá natal e também por toda a região norte norte-americana, emprestando seu talento na apresentação de artistas de renome como Jennifer Castle U.S. Girls e Badge Epoque Ensemble.

No decurso desta última década, as canções deste álbum e o folk da cantora/compositora de Toronto (Canadá), já foram apresentados em vários formatos – solo ou com bandas completas, Dorothea Paas, Anything Can't Happen | DOMINIONATEDem formato elétrico ou em formato acústico – sempre para auditórios lotados. Daí tamanha expectativa, que se estendeu a quem também acompanha de perto o que se passa de novo no território “indie” e, muito particularmente, no folk e na música adulta.

De fato, é possível vislumbrarmos a influência dos conterrâneos Neil Young e Joni Mitchell, aliás uma referência sempre lembrada na temática das letras de Dorothea Paas; por outro lado, não há como não associar a cantora ao folk do Fairport Convention, do outro lado do Atlântico e, sobretudo, não há como não relembrar da inesquecível Sandy Denny, que também fez parte desse grupo musical por algum tempo, durante a existência dela.

Anything Can’t Happen é exatamente tudo isso, uma afirmação de crescimento artístico e tais referências nobres podem ser bem reconhecidas em faixas como a faixa-título,  em “”Waves Rising”, no intimismo confessional de “Closer to Mine” e de “Frozen Window” já quase no encerramento do disco, e, sobretudo, na espetacular “Container”, talvez o carro-chefe desse talento a ser reconhecido por audiências mais amplas.

 

 

Ouça AQUI o álbum completo “Anything can’t happen” de Dorothea Paas

 

Anything Can't Happen | Dorothea Paas