Paulo Gustavo, teve uma melhora repentina no domingo, ele abriu os olhos e interagiu com a equipe médica e com o marido.

A doutrina espírita nos explica que em caso de doença grave, o processo de desligamento do doente ocorre mais lentamente.

Por vezes acontece que as equipes socorristas iniciam o processo de desligamento, mas os parentes e amigos estão junto ao doente e vibram tão intensamente para que este fique bom, que dificultam muito o seu processo de desligamento.

E para resolver esta situação, os socorristas fazem com que o doente tenha uma repentina melhora.

Desta forma os familiares sentem um alívio, ficam mais tranquilos, relaxam, aliviam a tensão do desespero, da agonia e deixam o hospital, vão pra casa, desligam, dormem aliviados.

Neste momento, os socorristas podem retomar o processo de desligamento e o doente vem a falecer pouco tempo depois.

Num velório costuma haver uma nuvem cinzenta de tanta tristeza que paira no local. Às vezes o espírito está ausente, já desligado da matéria.

Outras vezes o espírito está confuso no local e por vezes está a dormir junto ao corpo. O que dificulta nestes lugares é a tristeza e a choradeira das pessoas.

Seria tão maravilhoso se todos compreendessem a desencarnação como ela verdadeiramente é, e aceitassem a ausência física, ajudando o desencarnado com pensamentos de amor e carinho, rezando por ele com fé, ajudando-o no seu desligamento e na sua ida a sua nova jornada no plano espiritual.

O melhor desencarne é de uma pessoa que foi Espiritualizada em Vida, pois desencarna de uma maneira completamente tranquila, como que dormindo e acordando num belo local, entre amigos.

É um regressar tranquilo para o verdadeiro Lar