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A TERAPIA DE REGRESSÃO ÀS VIDAS PASSADAS

 

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Em nossas vidas certamente já ocorreu pelo menos uma vez, ou talvez muitas vezes, em que agimos de modo diferente do habitual, contrariando nossa educação, nossa cultura, nossa maneira habitual de ser e agira. Quem já passou por isso, depois de analisar o fato, deu-se conta de que aquela pessoa que agiu daquela maneira parecia não ser ela mesma.

Quer queiramos ou não, trazemos uma carga cromossômica que é a nossa verdadeira herança genética e forma a nossa estrutura básica, a qual no decorrer da vida, desde a mais tenra idade, é enfraquecida ou fortalecida pela educação, pela cultura adquirida e pelo meio ambiente em que vivemos. São esses fatores que determinam a nossa índole, impulsos e manifestações afetivas no decorrer da vida terrena. Assim sendo, o homem como ser social é resultante do acervo de suas experiências pretéritas, da herança genética herdada de seus pais e das experiências modificadoras vividas nos dias de hoje.

Além disso, somos também futo das nossas experiências do passado, que podem ser de um passado bem recente, de ontem, por exemplo, ou de quando éramos um jovem senhor adulto, um adolescente, vivendo a glória de nossos 15 anos, de uma criança na sua segunda, ou na primeira infância.

Entretanto, se pensam que as experiências terminam na primeira infância, estão enganados, porque ela pode ir mais além ainda.

Como terapeutas temos conhecimento de experiências muito fortes registradas por néo nascidos no momento do parto, ou de quando eles ainda estavam dentro do útero das mães.

Apenas como ilustração, vamos relatar um fato muito interessante relacionado com essa última citação:

Resultado de imagem para A TERAPIA DE REGRESSÃO ÀS VIDAS PASSADASFomos procurados por uma jovem senhora, pós-graduada em História, casada, mãe de uma criança de 10 meses, com problemas emocionais e dificuldades de relacionamento com o marido. Apuramos ainda que ela havia sido adota por tios, que a assumiram e a trataram como filha. O pai biológico, o pai e a mãe adotivos já haviam morrido, mas a mãe biológica ainda era viva. Todavia, ela não se relacionava com a mãe e até mesmo a rejeitava. Num processo terapêutico de regressão, ela se viu dentro do útro da mãe, cujo coração batia forte, mas que stava preocupada, triste e pensativa. A paciente se sentia protegida, mas com receio do que ela não sabia. Com muita emoção, relatou conversa entre o pai e a mãe, constrangidos de tristeza, onde surgiram frases tais como:

– “Estamos numa situação difícil”.

– “Não tenho emprego”.

– “Não temos comida”.

– “Como vamos alimentar essa criança, se não temos comida nem para nós mesmos?”

– “Vamos dá-la para os tios a criarem”.

Feita a parte terapêutica, a paciente retirou-se do consultório dizendo que iria procurar a mãe para lhe dar um grande abraço e pedir perdão a ela por tantos anos de indiferença. Agora, ela entendia o gesto de nobreza dos pais, que promoveu o seu crescimento saudável junto de outra família, a qual deu a ela um lar, sustento, amor e oportunidade de chegar à Universidade.

Resultado de imagem para A TERAPIA DE REGRESSÃO ÀS VIDAS PASSADASÉ relativamente, durante uma consulta, colocarmos pacientes em estados alterados de consciência, visando trabalhar questões que são objeto de suas queixas e pedimos a eles que voltem ao momento em que os problemas começaram. Para nossa surpresa, muitos deles começam a contar histórias que nada têm a ver com as suas vidas atuais e acabamos identificando-as como relatos de suas vidas passadas. Os problemas não estavam nesta vida atual, mas sim numa outra existência. Entretanto, o inverso também é verdadeiro. Muitos vêm para a regressão a uma vida passada, tentando resolver determinado problema, e realmente regridem, mas não a uma vida passada e sim a um momento do seu passado, na sua vida atual, geralmente a uma lembrança traumática da infância.

De fato, a grande verdade por trás de muitos desses relatos é que a pessoa que somos hoje é a resultante de todas as nossas experiências anteriores, quer sejam elas boas ou más, alegres ou tristes, felizes ou traumáticas. Como já dissemos, tais experiências podem ser recentes, da vida adulta, adolescência, infância, nascimento, vida intrauterina ou ainda, de outras vidas.

Resultado de imagem para A TERAPIA DE REGRESSÃO ÀS VIDAS PASSADASAcreditamos que a Terapia de Regressão às Vidas Passadas é uma das terapias mais breves que existe, porque ela provoca o “insight” imediato, fazendo o paciente adquirir o conhecimento seguro da origem do problema e dando a ele a possibilidade de fazer as limpezas psicológicas necessárias no exato momento em que tudo estava acontecendo, ao mesmo tempo em que mostra claramente quais as polaridades opostas das emoções negativas que aparecem e necessitam ser trabalhadas.

Nos dias de hoje, quando sabemos o que está acontecendo com a nossa vida e até sabemos o que devemos fazer e não conseguimos efetuar mudanças, para nós não restam dúvidas, o nó górdio que precisa ser desmanchado está numa vida passada. Após a terapia, quando fica clara a origem do problema e se pode ver a questão de forma diferente, o processo de cura  finalmente tem início, mas mesmo assim ainda temos que fazer a nossa parte. Não adianta termos o conhecimento, se falta vontade para fazermos as coisas acontecerem. Junto ao conhecimento, portanto, temos que numa primeira instância acreditar e depois agir.

Por isso, voltamos a enfatizar: a constante repetição dos mesmos erros pode ter origem no passado. Se o problema está no passado, a solução também está. A terapia ocidental moderna tenta induzir o paciente, por meio do “insight”, a descobrir a fonte do seu sofrimento, num processo demorado, cansativo e desgastante. Quando o paciente participa da regressão a uma vida passada, ele “vê” e “sente” o problema. A emoção que vem à tona no processo dá a ele a certeza de que aquilo que ele está vendo e sentindo é verdadeiro e é isso que faz a diferença, porque faz sentido e explica muita coisa sobre o seu comportamento atual.

Geralmente a pessoa se dá conta que está apenas repetindo velhos padrões que já foram superados e que não têm mais sentido de existirem. Ela já “aprendeu a lição” inerente a tal experiência, relacionamento ou desafio. O “insight” é muito mais rápido. É como se a pessoa “só” precisasse se “lembrar”. A partir daí, fica mais fácil efetuar mudanças de padrões.

Entretanto, a grande maioria das pessoas não aprende, não faz o seu tema de casa. Elas passam a vida inteira dentro da mesma sintonia, repetindo hoje os mesmos erros do passado e, consequentemente, sendo infelizes.

 

Extraído do Livro “A Sabedoria Quântica do Viver” de Altair Danielski (Editora Evangraf)

 

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