As Vítimas Invisíveis

Vou reproduzir aqui parte da coluna que anuncia a reportagem central da revista Veja desta semana (Edição 2320 de 08/05/2013) num artigo sobre as vítimas invisíveis da criminalidade endêmica que assola este país, desde sempre o paraíso da Impunidade a todos os níveis.

Resultado de imagem para bolsa bandidoMas que, desde 2000 a 2012, com a introdução perversa do “bolsa-bandido” pelas mãos da demagogia populista gananciosa dos governos petistas viu crescer numa aterradora porcentagem de 550% o número de facínoras e homicidas de todas as classes e faixas etárias que entraram ( e obtiveram ) o auxílio-reclusão, alvará e “habeas corpus” para o crescendo de barbáries que semana após semana vem estarrecendo corações e mentes neste país, por muitos ainda dito de gente pacífica e compassiva, numa corrente que busca fazer eco à do semanário citado e à de muitos outros gritos de revolta isolados que pululam nas redes sociais e em outros canais da mídia e que visa impedir o mais urgentemente possível que essa fama benfazeja, talvez de uma maioria, seja definitivamente sepultada pela cadeia tenebrosa de eventos que temos presenciado:

 

 

Resultado de imagem para as vítimas invisíveis“ Para sofrer não existe idade mínima. Em meio ao tosco debate sobre a maioridade penal no Brasil, escapa aos observadores a geração invisível de vítimas jovens do crime no país. A reportagem central da edição 2320 de 08/05/2013 de Veja dá voz a esses “órfãos da impunidade”. Eles representam os milhares de crianças e adolescentes brasileiros que perderam os pais para as armas assassinas de criminosos, muitos deles menores de idade, que destruíram famílias inteiras e nunca pagaram minimamente por seus atos.

Resultado de imagem para as vítimas invisíveisPor outro lado, numa cruel inversão de valores, existem centenas de entidades de “Direitos Humanos” prontas a minimizar a responsabilidade desses assassinos, enquanto, em contrapartida, poucas se dedicam a cobrar a justiça devida às vítimas. Tal atuação soma-se a uma legislação penal feita com o mesmo objetivo de aliviar a culpa de quem aperta o gatilho de uma arma apontada para a cabeça de uma pessoa já rendida e passiva, ou de quem narra como banhou uma vítima em álcool e lhe ateou fogo em seguida, irritado eplo fato da vítima ter apenas 30 reais disponíveis para sacar no caixa eletrônico. É revoltante!

Em um número crescente de crimes, o que se nota é que os bandidos são mais ricos até do que as suas vítimas. Eles usam roupas de grife e andam em carros esportivos importados. Portanto, nem a estúpida tese de que o crime no Brasil cumpre uma espécie de função “Robin Hood” se sustenta mais. Ninguém por aqui rouba e mata para aplacar a própria fome ou a da família: os facínoras no Brasil roubam, torturam e matam não porque precisam, mas porque podem. Eles têm a certeza das penas brandas, das atenuantes, quando não da impunidade absoluta. Os policiais contam que, quando menores, os assassinos zombam deles ao serem presos, recitando capítulos da lei que garantem seu rápido retorno às ruas e ao crime. Uma vez reveladas as atrocidades cometidas contra inocentes desarmados, os bandidos de qualquer idade sabem que logo aparecerão seus defensores, pondo a culpa na sociedade, na má qualidade da educação ou nas injustiças do capitalismo. É intolerável!!!

Resultado de imagem para as vítimas invisíveisNenhuma nação se viabiliza sem garantir segurança seus cidadãos, que só querem trabalhar e criar os filhos para que cresçam como pessoas honestas e produtivas. Qualquer sociedade se deteriora quando põe a culpa em variáveis abstratas enquanto fecha os olhos à culpa individual de quem puxa o gatilho ou joga o isqueiro aceso sobre a vítima encharcada de álcool. Isso é conversa de esquerdista do século passado. O que os brasileiros exigem é paz e sossego para trabalhar, para andar nas calçadas sem temor, para conversar com os parentes e amigos na varanda de casa, sem estar na mira de algum predador, seja qual for a sua idade, certo de que, se vier a pagar pelo crime, o preço será infinitamente menor do que o infligido à vítima e à sua família. Passou a hora de o Brasil reagir a essa calamidade!!!”

 

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