Como vi essa pergunta sendo postada de forma educada e sem agressões – embora não tendo sido diretamente a mim dirigida -, e por eu acreditar que possa resumir em boa parte os questionamentos da ala antibolsonarista que ainda julgamos despida de más intenções em sua essência (sim, por que ainda sou tão ingênuo e idealista para acreditar que isso exista, e, enquanto nisso acreditar, me dou à pachorra de responder, talvez como um derradeiro ato de amor por essas pessoas), vou tentar responder a essa pergunta no mesmo nível de educação em que ela foi formulada, mas não sem a necessária veemência (Sorry!) e tentando esclarecer dentro de minhas muitas limitações a tal indagação contida no nome deste ensaio. Se não tiver conseguido meu objetivo, me perdoem, mas creiam que a intenção foi das melhores, como julgo ser a de muitos que ainda tenham formulado ou formulem questões como essa, ou similares.

Começo dizendo o óbvio: não fomos nós, “bolsonaristas”, como vocês nos chamam – algo que para começo de conversa já é uma total imprecisão, pois não somos “bolsonaristas”: estamos “bolsonaristas” – que fizemos algo da vossa “democracia”. Foi essa tal “democracia” de vocês todos que impôs um sentimento de rejeição a todos nós e nos levou a aderir àquilo que, neste momento, Bolsonaro representa.

Posteriormente, vou especificar alguns fatos e eventos que causaram toda essa nossa rejeição a essa tal “democracia” que vocês pleiteiam defender e se queixam de estar sendo espezinhada. Se não fosse tão trágica uma pretensão dessas de vossa parte, com certeza seria bem cômica. Mas, vamos lá.

Porém, antes de tentar responder a tal pergunta e antes de manchar e conspurcar por inteiro o sentido sagrado que nossos ancestrais nela colocaram (Deus vos perdoe!), vamos voltar e tentar explicar o que seja de fato Democracia, pois talvez muitos não tenham tido ainda tempo de ler e entender o que isso significa:

“Democracia é o governo em que o povo exerce a soberania”.

Se vocês duvidam, procurem estudar o significado clássico do termo Democracia. É esse aí mesmo. Não tem “mas”, nem meio “mas”. Leiam e releiam para entenderem.

Dito isso, desnecessário dizer que essa soberania só se concretiza, na prática, pela vontade da maioria. É um embuste e um erro primário imaginar que Democracia possa ser a expressão unânime da vontade de todos. Você consegue tal unanimidade dentro de sua própria casa? Dentro da sua família? Claro que não. Quando agrada a uns, necessariamente irá desagradar a outros. Então, tente transpor tudo isso, inicialmente para um Universo de mais de 200 milhões de brasileiros.

Pois é! De forma que o máximo que podemos almejar – é tentar implantar esse conceito na nossa coletividade. E, se possível, na nossa Nação.  É o máximo que pudemos atingir, ainda, no atual estágio evolutivo da Humanidade, e ainda o mais perfeito, politicamente, que podemos tentar implantar. E, não duvide, isso ainda é um dos avanços mais extraordinários já atingidos por nossa civilização! Tão extraordinário que tivemos o privilégio – infelizmente tão pouco reverenciado e tão pessimamente defendido – de ter nascido num país ainda sob as benesses desse avanço evolutivo grandioso. Tão extraordinário, que qualquer dos países dos blocos que presumivelmente inadvertidamente, vocês apoiam (ou se não o fazem de forma consciente, saibam que isso é feito de forma inconsciente), ainda se situam muito aquém desse privilégio, que nós brasileiros já atingimos, bem ou mal, a trancos e barrancos e apesar dos infinitos senões. Mas, é assim mesmo a essência do ser humano: só valorizamos aquilo que irremediavelmente perdemos! Por mais que seja ainda tão pouco.

Por que, até ao presente momento só o conceito de Amor pode superar esses de Liberdade e Democracia. Mas, isso são outros caminhos que não vêm ao caso neste ensaio.  E quer que sejamos honestos? Estamos muito longe ainda de ter alcançado tal objetivo de ter uma verdadeira Democracia no Mundo. Imagine no Brasil. Mas que é inegável que alguns grupos de pessoas e até algumas nações estão mais adiantadas do que as outras, é sim. Basta passar um rápido olhar pelos livros de História e pelo que ocorre no Mundo, que você verá isso claramente.

Então, se Democracia é a expressão da vontade da maioria, resta a qualquer outra minoria, seja ela qual for, não querer subverter esse conceito tão delicado, o de Democracia, com D maiúsculo, para tentar impor seus pontos de vista e seus interesses indubitavelmente minoritários. Por que o nome verdadeiro disso é ditadura, anarquia, autoritarismo, qualquer outra coisa, menos Democracia. Sabe o nome dado a quem tem a intenção explícita de romper com a Democracia para impor sua vontade? Retrocesso. Esse mesmo retrocesso que tanto vocês querem nos acusar.

Ah! Mas essa maioria é “reaça”, atrasada e nós somos portadores de conceitos revolucionários grandiosos e corretos e precisamos lutar por eles? Então tá! Então, lutem por eles. E nos mostrem direitinho quais são mesmo esses tais conceitos revolucionários e Democráticos. Quem sabe não tenhamos ainda entendido direitinho quais são. Por que esses que vocês tentam nos impor, em nome dessa tal “democracia” que ao que vemos é apenas a expressão da vossa vontade e de uma minoria, nós já enxergamos muito bem quais as forças que se ocultam sob o manto protetor que vocês lhes oferecem. Nada contra esses vossos valores, na sua essência original. Mas, a questão nunca foi essa.  Sabemos quais as facas que virão nos apunhalar se dermos guarida a essa tal “democracia” em nome desses valores que vocês defendem. Sabemos que todos eles foram envenenados pelas forças que estão dissimuladas atrás disso tudo.

Por isso, antes, aprendam a lutar de fato pelo que acreditam, com inteligência, profundidade e com abrangência total do quadro e de situações para que não vejam vosso esforço cair no ridículo, ou na vala comum das inutilidades vãs. E, para que isso de fato ocorra, enquanto isso não acontece, aprendam a respeitar sempre o princípio democrático básico de que, em última instância prevalece a vontade da maioria.

A não ser que prefiram optar pela via da força e da imposição que é o caminho que a maioria prefere optar, aparentemente por não ter competência, nem dimensão humana para tentar a via realmente Democrática. Ou apelem para o  deboche e para a oposição acéfala e insana, como o que alguns escolhem, num momento delicado como o que atravessamos.

Nazismo, Comunismo, Terrorismo, Fascismo, Anarquismo, Supremacismo, Totalitarismo, entre tantos outros “ismos” de igual quilate são exemplos de vias escolhidas por essas pessoas que a tais ideologias aderem, simplesmente por que não acreditam e/ou não têm competência nem paciência para trilhar a via da Democracia.
Dá trabalho demais.

Por isso, eu lhes pergunto: têm certeza que é para mim, revolucionário-raiz que acompanhou entusiasmadamente todas as “revoluções” (como você as denomina; eu prefiro denominá-las pelo nome de evoluções) espetaculares da década de 60, que você vem fazer essa pergunta?  É para mim que aderi desde o primeiro instante aos Movimentos em prol aos Direitos Civis das minorias raciais, liderados pela grandiosa figura do Pastor Martin Luther King Jr.? É para mim que aderi desde o primeiro instante à luta pelos direitos igualitários das mulheres, das feministas de Betty Friedan  e dos movimentos LGBT’s, simbolizados pela Rebelião de Stonewall? É para mim que aderi desde o primeiro instante às revoluções panfletárias contra as Guerras, cantadas por Dylan e Joan Baez? É para mim que curti de montão as ousadias literárias libertárias de Kerouac, a psicodelia, o Movimento Hippie e as loucuras no exato limite entre o sagrado e o profano de Allen Ginsberg, o louco de Deus porra louca, poeta beat nas horas vagas, e até as experiências lisérgicas de Timothy Leary, psiquiatra e papa do LSD, por que não?

Será que mudei tanto assim? Honestamente, numa autocrítica bem sincera, julgo que nem tanto assim. E muito menos nesse sentido. Na verdade, continuo apoiando todo e qualquer movimento evolutivo que traga bem estar e seja referendado pela maioria. Mas que não venha subverter integralmente os valores básicos de nossa civilização e que não venha destruir as bases que cimentam a Paz, a Liberdade e a integridade de nosso mundo, como acontece com aquilo que se encontra dissimulado sob as vossas propostas em nome dessa tal “democracia” que vocês dizem defender sem sequer saber o que a palavra significa. Por que se soubessem de fato, teriam vergonha de pronunciar sequer um nome desses, pra começo de conversa e de formular tal pergunta. E até por definição saberiam que é ridículo invocarem o direito ao uso dessa palavra, pois já faz alguns anos que vocês sempre estiveram em minoria no que desejam e defendem para o Brasil. Portanto…

Mas, tudo bem. Vocês querem realmente que passemos a apoiar as vossas lutas em prol ao Social, à preservação do Meio Ambiente, à monstruosa desigualdade social e financeira que existe em nosso país, à justiça e a iguais direitos entre todos os seres humanos, sejam quais forem as raças, os sexos, as opções sexuais e os credos, etc.? Então saibam que, dentro do possível, e observadas as etapas necessárias à consolidação coletiva de todas as mudanças evolutivas, a maioria de nós já tenta fazer o que pode e certamente não irá contra tais pretensões. Vocês não são, nem nunca foram os defensores exclusivos desses valores. É muita pretensão de vocês se arvorarem a tal.

Mas, Ok. Digamos que sempre há muita coisa a ser melhorada. E, no caso do Brasil, bote coisa nisso. Vocês almejam um pouco mais na defesa de tudo isso. Parabéns, então! Vamos nos dar bem e vamos nos dar as mãos, então, pois estaremos juntos. Mas, para tal respeitem de fato essa Democracia que vocês invocam. Por isso, antes, entendam direitinho o que significa Democracia e, aprendida a lição de casa, consigam a tal adesão da maioria.  E, para tal, vou facilitar vosso caminho e vou lhes dar dois singelos conselhos: 1) desfaçam-se primeiro de todas as plataformas espúrias e perversas que dessas vossas presumíveis ideias humanitárias e revolucionárias se utilizam para tentar atingir objetivos malignos e 2) limpem-nas de todo e qualquer radicalismo e de toda a capa ideológica nefasta que as infestou e corrompe por inteiro. Sem isso, nada feito. Sinto muito. Não fomos nós que nos posicionamos contra a pureza de tais valores em sua essência. Não fomos nós que os corrompemos. Foram vocês que permitiram que esses valores fossem apoiados e corrompidos por essas forças trevosas. E, em tempos de internet e da divina quarentena imposta por esse vírus – proveniente de onde mesmo, cujo alastramento é responsabilidade de quem mesmo? – que nos remete a um necessário período de reflexão e de limpeza, as coisas assumem uma clareza e uma nitidez impressionantes. Não dá para enganar os demais por tempo indefinido. E querer continuar a fazer passar gato por lebre não vai funcionar mais. Quase todos (ou pelo menos essa tal maioria que você chama de gado, de fascistas, de reacionários, de bolsominions, disso e daquilo enfim) já sacaram a jogada.

Feita integralmente tal limpeza, pelo menos de minha parte, garanto-lhes que sob esses cabelos brancos, repousa o mesmo velho espírito libertário e revolucionário que sempre se incendiou com tais conquistas em nome do social, da Justiça e do que é Bom e Correto, e ainda tem combustível para dar e vender para alimentar muitos sonhos com os demais avanços evolutivos, solidamente plantados sob os alicerces já construídos ao longo de vários séculos por nossos ancestrais, que vocês venham a propor em nome do bem estar coletivo da maioria.

Nós somos Democratas, não esqueça. Verdadeiramente Democratas. Portanto, quando e em que ocasião, o vosso espelho deixou de sintonizar com essa imagem que o meu ainda reflete? Eis a pergunta que lhes faço, por que de uma coisa eu tenho certeza absoluta: o meu espelho continua refletindo essa essência pura da Liberdade e da Democracia, sem o embaçado espúrio de interesses egoísticos e gananciosos (sejam eles quais forem), não avalizados pela maioria. Muito pelo contrário, execrados! Assim sendo, dê uma boa olhada no seu espelho e vejam de fato o que ele está refletindo. Não aquilo que vocês imaginam que reflita, mas aquilo que de fato os demais enxergam nele. E os demais são muitos mais do que apenas aqueles pertencentes ao universo numericamente irrelevante em que vocês transitam ou que vos apoiam. Afinal, caso tenham perdido a noção, preciso lhe alertar que esse barco que vocês estão, quer queiram ou não, tem mais de 200 milhões de tripulantes. Não gostou da maioria da tripulação? Pule fora do barco e procure o barco mais condizente com suas preferências. Não somos nós que temos que fazer isso. Nós somos a maioria. Consequentemente a preferência é nossa. Essa é a verdadeira Democracia

Por isso, continuando eu lhes pergunto: não será essa “aparente” mudança radical apenas uma rejeição visceral à forma deturpada como vocês vêm apresentando tais reivindicações? Será que ainda não deu tempo de vocês perceberem que a radicalização de vossas propostas e a forma como tentam impor vossos diferenciais aos demais apenas contribuem para barrar todos os avanços tão duramente conquistados, para vos condenar eternamente aos guetos do isolamento e para acentuar cada vez mais o preconceito que inegavelmente ainda persiste? Até quando a vossa cegueira vos impedirá de enxergar que enfatizar agressivamente as diferenças, em vez de focar e lutar sempre pela igualdade de direitos absoluta entre todos os seres humanos injustiçados de todas as raças, sexos e credos é a única plataforma válida de luta para todos. E é inatacável por que diz respeito a todos. Conecta a todos. Pois é. Então culpem somente a vocês por não terem enxergado isso. Não queiram impor e enfatizar ainda mais desigualdades e inverter privilégios a um mundo que já os cultiva em excesso. Pois, lembrem-se do princípio básico: assim procedendo, dessa forma desastrada e imatura, vocês sempre serão minoria e cada vez mais minoria dentro das regras democráticas, que são as únicas que nós, os assim ditos conservadores, respeitamos. E lembre-se que nós, essa maioria, ainda temos a certeza de que queremos um mundo que precisa privilegiar a Ordem, nunca o Caos.

Ah! Mas todos os movimentos acima citados começaram por uma luta, por um aparente Caos. Sim, sem dúvida, mas eles souberam lutar, souberam fazê-lo no momento e espaço certo e conseguiram conquistar a adesão da maioria, de uma forma ou de outra, pelo convencimento ou pela força. Caso contrário, estaríamos ainda no tempo da escravidão, antes da Libertação dos Escravos pelo Ato da Princesa Isabel. Por exemplo.

Foi assim que funcionou. Contudo, a opção pelo convencimento, pela via democrática, ou pela força e pela imposição só cabe a vocês. Se quiserem optar pela segunda opção, sintam-se à vontade. Tentem a vossa sorte. Mas, não sejam hipócritas. Não venham falar em Democracia. Coisa feia isso, gente.

Continuando ainda: não será essa minha “aparente” mudança radical e a de muitos que pensam como eu, pelos vistos uma maioria, uma reação visceral contra a escória que se aproveitou de uma causa até justa para simplesmente fazer de todos vocês massa de manobra, cega, lobotomizada e fanatizada e apenas uma plataforma para ocultar os planos diabólicos de Dominação e Poder de grupos e de sistemas que longe de vos oferecerem a libertação e as benesses que vos prometem só têm a Morte, a Miséria e a Desgraça a ofertar como paga final de vossa cegueira, em nome de um ideal que algum dia existiu em vossas intenções – não duvidamos disso – mas que se converteu apenas em fanatismo ideológico, cegueira, trevas e obscurantismo, conduzidos e manobrados por tais forças. E a cegueira de vocês é tamanha que ainda têm a ousadia de nos chamar de gado, apenas por que nos aprofundamos mais e por que não permanecemos cegados e com a visão obscurecida por ideologias amaldiçoadas, nitidamente perversas e por criminosos mais do que visíveis? Brincadeira não? Ou será apenas um amuo infantil de quem detesta ser contrariado (a) e se vinga dessa forma?

Não será essa minha “aparente” mudança radical e a de muitos que pensam como eu, pelos vistos uma maioria, uma reação visceral contra tudo o de perverso que tais grupos representam ou representariam para o bem estar coletivo de todos nós, se nós não nos defendêssemos – e inclusive o seu e de seus entes queridos – se entrássemos nesse canto de sereia demoníaco e perverso? E vocês ousam chamar a essa nojeira de Democracia? Caramba, meu…

Se ainda persiste alguma dúvida, tenham pelo menos a honestidade básica de analisar com seriedade, pelo menos, a quem vocês estão ligados, quem vocês apoiam e quem vos apoia. Se vocês estão convencidos de que optaram pelo apoio certo, então nem vamos mais adiante: com vocês o papo está encerrado por aqui. Este texto é apenas um esclarecimento, exclusivamente para os que afirmam não apoiar essas forças, ou ainda têm dúvidas. Pois, para os que responderem que sim, desejam o apoio dessas forças, eu reservo apenas o silêncio. E a força da real democracia!
Quanto a você que diz não apoiar ou está indeciso nessa escolha preste bem atenção a este bêábá: nós NÃO queremos comunistas e todos os modernos desdobramentos dessa Ideologia demoníaca e nefasta (Globalistas, Social-Democratas, Socialistas, etc., todos assumem faces diversas, mas que irão fatalmente desembocar na imposição de um Estado ou Governo ditatorial, repressor e autoritário, contrário inteiramente à verdadeira Democracia e à Liberdade que nós defendemos), corruptos e canalhas de um “mecanismo” perverso que nos subjugou e ainda nos subjuga, nem continuar reféns dessa “galera”, bandidos e quadrilhas da mais alta periculosidade que se juntaram feito trenzinho fantasma em oposição ao Governo atual, políticos de todas as colorações que só desejam manter a todos na ignorância e no embuste para continuar se locupletando à tripa forra, organizações internas e externas poderosíssimas – e muitas inteiramente à margem da lei e das regras civilizadas de convivência internacional (ou já esqueceram que estamos em quarentena e à beira de um colapso global por causa de um vírus?) -, que só desejam impor seu controle totalitário a nosso país e seu domínio sob a nossa Civilização, carreiristas e oportunistas de todos e múltiplos interesses pessoais cujo objetivo é manter seu status quo em detrimento da desgraça para os demais, vaidosos e deslumbrados de várias facções e filiações, seduzidos pelo brilho fácil de posturas “bonitinhas” e pretensamente humanitárias, mas totalmente hipócritas. É a isso que vocês querem nos arrastar em nome da vossa “democracia”? Se assim for, vocês só podem estar de farra conosco!

Um pequeno adendo, bem atualizado: “Moristas” não são necessariamente agentes da KGB; muito menos da CIA. Isso é ridículo. Pelo menos, aparentemente, e até prova em contrário, num momento em que toda a sujeira está subindo à tona. Porém, neste momento quem assim os trata diretamente, está expondo desnecessariamente o flanco a um ataque deles. Eles não são tão óbvios assim. Mas são forças ligadas ao PSDB Socialista de FHC. E já expliquei dezenas de vezes que o Socialismo “Morista”,  um braço filiado ao PSDB de FHC, que todos nós sabemos já suficientemente bem quem é e o que representa, é apenas a face menos agressiva (consciente ou inconscientemente, não importa) do Comunismo Marxista, bolivarianista, petista e/ou psolista, e, portanto, mais palatável, mais difícil de ser identificada e com melhores chances de ser vendida, inicialmente, àqueles que ainda não captaram isso. Pois, como já foi exaustivamente explicado, no curto, médio ou no longo prazo tendem sempre ao mesmo objetivo totalitário e ditatorial do Comunismo radical e tradicional. Basta eles terem o espaço e o caminho inteiramente preparado para isso. Por isso estão inteiramente incluídos e devidamente catalogados no rol de nossos adversários e inimigos. Inimigos, sim. Custou e foi doloroso entender? Foi sim, mas fazer o quê? Estamos em guerra!

E, por estarmos em guerra contra todas essas forças, nós, a maioria do povo brasileiro, estamos inteiramente fechados com Bolsonaro #fechadoscombolsonaro. Enquanto ele for o baluarte a defender inquestionavelmente nossos interesses. Neste momento, ele e quem o estiver apoiando são os únicos a fazê-lo. Até aqui, sempre só foi ele. E ele, ou eles são a única barreira que ainda temos entre a Ordem que tanto sonhamos e o Caos que os demais propõem. Por isso, enquanto ele, Bolsonaro, e eles assim procederem, nós estaremos com eles até à morte. Pois, queira você ou não, é inegável e cada vez mais crescente o apoio popular da maioria a esse governo. Ah sim! Somos a maioria, antes que você se tenha esquecido, de novo.

Todo o resto, e inclusive vocês, apenas trabalham – e, lhes digo: muitos de vocês da forma mais vil e baixa, diga-se de passagem – para tirar de nós a única esperança de sairmos vencedores da guerra contra todas essas forças tenebrosas que querem submeter-nos. Não importa. Com a bênção de Deus e o beneplácito da Bondosa Espiritualidade, nenhuma dessas forças trevosas porá as mãos sobre o nosso país!

Por isso saiba que não vai colar qualquer intimidação. Ah! Bolsonaro está tomando uma via inevitavelmente autoritária? Será? Pergunte primeiro se ele a isso não está sendo obrigado pelo cerco ignominioso de calúnias, Fake News e baixarias a que está sendo submetido diariamente e se isso não é a resposta que a cada dia se torna mais inevitável para se defender dos ataques baixos e vis de todas essas forças “democráticas” (??????? Estão de farra????????), apoiadas por vocês, que o intimidam e o impedem a cada minuto de governar? Pergunte primeiro se não é você o inteiro responsável por essa opção a que ele fatalmente está sendo conduzido?  Pergunte primeiro se isso não corresponde a uma necessidade que nós, a maioria da população brasileira que o apoia – em número cada vez mais crescente – estamos pedindo a ele que faça para continuar a defender-nos?  Por que nós somos a maioria, repito pela décima-terceira vez. E nós precisamos que alguém nos defenda. Vocês do vosso lado já têm uma verdadeira Legião! Não duvidem!

E em regimes democráticos, como aquele pelo qual lutamos, todo o Poder emana do Povo. Não no regime que vocês em vosso desconhecimento ou em vossa possível cegueira ideológica defendem, pois o nome do que nós defendemos, queira você ou não, é Democracia. Com D grande! Por mais que a mídia asquerosa se rebele e chame a isso pelo nome que bem entender, nós todos sabemos – e inclusive vocês – quais os motivos e objetivos pelos quais eles agem assim dessa forma, tão repulsiva e asquerosa.

Querem mudar as regras do jogo, na marra? OK. É um direito vosso. Paguem o preço para isso. Ou então, aprendam a respeitar os preceitos democráticos contidos na pergunta que dá nome a este ensaio: consigam a adesão da maioria. Ou, como já falei, apelem para vossos aliados trevosos na luta contra a Liberdade e a Democracia. Volto a repetir: a escolha será sempre vossa.

Se de fato tiverem interesse em se aprofundar quais os motivos pelos quais nós, a maioria absoluta do povo brasileiro, NÃO quereremos nada disso que acima enumerei, procurem ler o ensaio anterior que escrevi sob o título “A Criminalização do Comunismo”. É textão? É sim, como este e como quase todos aqueles ensaios que escrevo sobre este tema, por que não vejo alternativa senão aprofundar-me para tentar fazer com que vocês enxerguem um pouco além de vossos horizontes. Não comercializo minha mensagem formatando-a imprecisa e superficialmente apenas para atender a uma eventual exigência de seu paladar.  Vocês não curtem textão e preferem ficar pela superfície do mundo que vos rodeia? Ok, opção vossa, mas então não dá seriamente para aceitar qualquer tipo de comentário ou de argumentação de nenhum de vocês sem tal aprofundamento. Por que, se vocês não tiverem tal aprofundamento, só merecerão de mim o silêncio e a indiferença para com vossos protestos.

Por que saibam de uma coisa: é por não querer nada daquilo que acima citei, que nós, a maioria consciente do povo brasileiro, procurou se aprofundar e se inteirar dos fatos – após tantos anos de manipulação e cegueira – para fazer essa opção que neste momento eu resumo da seguinte forma: estamos inteiramente fechados com Bolsonaro, #fechadoscombolsonaro. Enquanto ele for o baluarte a defender inquestionavelmente nossos interesses e enquanto ele assim proceder, pois ele e os que o apoiam são os únicos a fazê-lo. Consultem qualquer pesquisa e todas as evidências que lhes mostrem tal fato – por mais que isso fira vossos interesses pessoais e/ou ideológicos, sinto muito! Isso é a Democracia e ela é meio avessa a ideologias, sabia? – e verão que não estou mentindo. Por isso, estamos literalmente nos borrifando se vocês gostam ou não gostam pessoalmente da figura do Presidente. Perdoe-me a expressão, mas ela foi usada e, portanto, nestas circunstâncias avalizada, por um General que muito admiramos e prezamos – nós, a maioria -, o General Heleno: “F………”

Vocês realmente querem que fechemos os olhos a tudo isso que citei, e que não queremos para nós – e somos a maioria, repito e enfatizo pela décima-quarta vez – e para o nosso país apenas para apoiar os vossos interesses específicos e determinados, mesquinhos e pequeninos ante tudo isso que acabei de descrever, em nome dessa pretensa “democracia” que vocês criaram em vossa imaginação, num mundo completamente fora de sintonia com o real e com a sanidade? Sério que vocês querem isso? Por favor…

Ah! Porque, na verdade eu quero apenas não ir contra as veleidades juvenis, imaturas e ególatras de alguns amigos e familiares e não quero me indispor com integrantes do meu mundinho familiar e/ou social; por isso aderi a essa resistência”

Então tá! Mas, sinto muito! Estamos em guerra. Guerra é algo muito sério e doloroso para todo. Necessário se faz esclarecer a quem nunca passou por essa situação. Por isso, se vocês continuam encampando objetivos pessoais mesquinhos, egoísticos e pequeninos, se vocês continuam atropelando a vontade da maioria, se vocês continuam assassinando o conceito de Democracia eu preciso lhes confessar que essa Guerra não é bem, apenas mais um vídeo game como aqueles com os quais vossa geração foi acostumada.

Há algo que precisa ficar muito claro para todos e inclusive vocês, numa Guerra real. As regras democráticas que existem e devem estar em vigência plena, permanecer e ser defendidas com unhas e dentes em tempos normais de Paz, em que todas as opiniões e crenças, por mais divergentes que sejam, precisam ser toleradas e respeitadas, essas mesmas regras não valem em tempos de Guerra. E estamos em Guerra declarada. E não fomos nós que a provocamos. E, nessa Guerra vocês, inadvertidamente ou não, se colocaram como opositores e adversários. Ou são coniventes com eles, colocando-se, como inimigos, de fato. Desculpem lhes dizer, mas esse é o nome correto.

Não é que a Democracia morra em tempos de Guerra. É que a Guerra transforma aquelas pessoas que apoiam, consciente ou inconscientemente, as forças contra as quais nós lutamos em inimigos declarados, nós que somos maioria clara e suficientemente explicitada e que, portanto, representamos a Democracia de nossa comunidade, que rejeita tais forças e suas propostas. Transformam-se, portanto em inimigos. E como tal precisam ser tratados. Como tratar inimigos com Democracia? Trata-se a todos com Humanidade, até numa Guerra, mas como tolerar que esses inimigos continuem disseminando livremente em nosso país, na nossa casa, suas ideias que só nos enfraquecem ou sua declarada peçonha e continuem a bombardear-nos impunemente, dissimulados pelo manto de uma pretensa “democracia” que só funciona como escudo para poderem nos atacar livremente, se nos atacam abertamente ou se violaram abertamente as regras democráticas e se colocaram visivelmente contra a Democracia, transformando-se em inimigos? Isso é impossível. Isso é um contrassenso total. Estamos em Guerra!

Hoje, nós a maioria, já entendemos que o tal “autoritarismo” que muitos de vocês – e alguns de nós, justiça seja feita – condenaram no pós 1964 e que continuam cegamente condenando, foi na verdade apenas uma medida necessária para refrear o ataque de todos esses criminosos, bandidos e forças inimigas que só desejavam subjugar-nos e destruir nossa Nação. E retornaram agora com força redobrada. Por isso pedimos humildemente perdão a esses que ofendemos por nos terem defendido, por termos sido iludidos pelas mentiras e calúnias dos inimigos de outrora que são os mesmos de hoje com outras faces muito mais letais e perigosas, por em nosso orgulho não termos compreendido a atitude deles em nossa defesa, e pedimos clemência, o perdão e a clemência que um homem pode e deve pedir a um seu igual quando erra e o ofende, para que eles nos protejam nessa guerra a que fomos agora arrastados com a vossa conivência.

Parece-lhes autoritarismo ainda? Chame-lhes escalada autoritária, fascismo, imperialismo, o que bem desejarem. Usem as armas que desejarem e os argumentos falaciosos que desejarem. Não vai colar: estamos em guerra e Em Guerra, tal procedimento só vai lhes colocar mais abertamente como inimigo declarado a combater. Essa guerra foi provocada por vocês, minoria, e foram vocês que se colocaram como inimigos e, portanto, automaticamente excluídos das nossas regras democráticas, que continuam em vigência, firmes, fortes e triunfantes para nós, os demais que continuamos sendo a Maioria Democrática. E continuará vigorando inteiramente quando triunfarmos sobre o Crime e a Bandidagem e o inimigo opressor que nos declarou Guerra. Com a Graça de Deus!

Não querem a escalada do autoritarismo? Ótimo! Então parem de pisotear  na Democracia e em quem a defende. Sem isso não haverá diálogo possível.

Sabe por quê? Por que Em Guerra, quem é realmente patriota, quem não quer passar por traidor da Pátria, deve simplesmente seguir o Líder que representa a vontade democrática da maioria. Enquanto ele representar. E é isso que ele vem fazendo metodicamente. Disciplinadamente. Criteriosamente. Estamos nós aqui a quem ele representa para testemunhar em favor disso. Esse é o único procedimento a ser seguido e aceite. Foco e disciplina! Simples assim!

Tudo o mais é Anarquia que é outro nome disfarçado para denominar aqueles que de fato se opõem à Democracia, em seu conceito puro e clássico.

Ponto! Parágrafo!

Por isso, considerem muito bem o quadro aqui exposto e recuem, enquanto for tempo. Insensato não é aquele que admite e/ou comete um erro, desrespeitando a maioria. Insensato é quem persiste confrontando essa maioria.

“Democracia é o governo em que o povo exerce a soberania”.

Antes de encerrar definitivamente, quero deixar claro que esse mesmo texto, esse mesmo raciocínio serve para a América de Donald Trump, que vive momento similar. Com as necessárias e brutais diferenças, sem dúvida, mas similar em alguns aspectos, pois ele também tem uma pá de “democratas” pra tentar domar e aturar. Oh yessssssss!

Assim sendo, só me resta concluir lhes dizendo que somos nós que perguntamos a vocês, com todo o Amor que ainda lhes dedicamos e em nome desse mesmo Amor: o que é que vocês querem fazer da nossa Democracia? Aonde é que vocês querem jogar a nossa Liberdade e os valores tão arduamente conquistados por nossa civilização: Pátria, Religião e Família?

Já pensaram nisso antes de reivindicar infantilmente qualquer tipo de respeito a essa tal “democracia” que só existe na utopia de vossos delírios?

Paz, Alegria e Luz a todos.

 

Paulo Monteiro

 

4 respostas
  1. PEDRO AMERICO RUSSO
    PEDRO AMERICO RUSSO says:

    Emocionante e muito instrutivo seu artigo. Aprendi muito e, de quebra, me emocionei. Suas posições referentes a Martin Luther King, Dylan, Baes, dentre tantos outros não permitem discussões ou dúvidas quanto a seu texto e suas verdades.
    Apesar de ser muito difícil aturar a burrice humana, venceremos a guerra!

    Responder
  2. Suely Moss
    Suely Moss says:

    Oi Paulo, apenas para constar q li sua resposta, e por mais extensa q ela tenha sido, e a tentativa absolutamente cerimoniosa q quiseste ter, ao talvez querer dizer q sou ignorante perante a historia e tal e tal. Minha pergunta continua no ar e sua extensa resposta, a mim, nada respondeu. Vc termina dizendo q democracia liberta. No entanto o q vemos nesse governo é a perda cada vez maior de nossa liberdade correndo risco em todos os sentidos. Porém, já me acalentou o fato de vc dizer não somos Bolsonaro e sim estamos Bolsonaro. Já ameniza um pouco pelo menos para mim a sua tomada de posição. Guardo por ti um grande carinho e respeito por tudo q já compartilhamos juntos. E em respeito à democracia, e a esse tempo q talvez nào volte nunca mais ,não vou e nào quero polemizar contigo. Siga com as suas verdades e eu seguirei procurando as minhas!

    Responder
    • Paulo Monteiro
      Paulo Monteiro says:

      Querida amiga…sinto muito que esse artigo não tenha respondido a sua pergunta e a de quem mais as formular….como falei no artigo, fiz o melhor possível….se infelizmente não respondeu o que posso fazer? Fique com Deus.

      Responder

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *