,

Como fazer as conexões entre os vários eventos sinistros que atravessamos? (Crônica de Paulo Monteiro)

Repetir o que várias fontes esclarecidas têm divulgado, que, em sua essência essa pandemia veio para curar nossas feridas mais profundas, o egoísmo, a intolerância, a ganância e o desamor e é um fato incontestável.

 

 

Mas, confesso que não é propriamente a minha intenção me estender sobre este tema, pois reconheço que existem centenas – quiçá milhares – de pessoas muito mais competentes e preparadas para explorar e se aprofundar nessa “vibe” divina.

Assim com todo o respeito e amor que dedico aos que optam por trabalhar na regeneração e elevação, faço a escolha preferencial por explorar os parcos recursos de que disponho – e são parcos mesmo, acredite – para tentar ajudar os meus semelhantes, num estágio que julgo deve preceder esse de regeneração e elevação da consciência: o de tentar apontar os erros cometidos para evitar que eles se repitam e assim abrir o caminho para os que trabalham diretamente com a regeneração. Afinal, como poderemos querer encher um copo com água limpa, se continuarmos a colocar lama nele? Impossível, não é?

De forma que, com todas as minhas imensas limitações (que não são poucas, repito), faço a escolha para trabalhar nesse trabalho de “sapa”, digamos assim. Algo que no vulgo se chama, literalmente, “mexer na bosta”. Sei bem o quanto isso é penoso, por vezes, e o quanto pode ser desagradável para alguns, mas, fazer o quê? Somos o que somos e estamos aqui para o que viemos. Apenas posso dizer que não é NADA pessoal contra ninguém. Muito menos contra qualquer raça, sexo ou governo. Mas, que é contra algumas atitudes e posturas e contra determinadas ideologias, que tentam sobreviver à custa de tais posturas e atitudes, é SIM!

Contudo, em tal função, existe um ponto que repito e martelo exaustivamente por saber que é de difícil compreensão, por ser muito sutil e, devido a isso, nos conduz muitas vezes à tentação sempre à espreita de querer cruzar essa tênue fronteira e, mais uma vez como se diz no vulgo, “meter os pés pelas mãos”. Mas, é fundamental entendê-lo para que não transformemos um objetivo que é limpo e benéfico em algo até mais sujo e corrompido do que aquilo que julgamos querer corrigir.

E esse ponto é o seguinte: NÃO JULGO, NEM CRIMINALIZO PESSOAS, GRUPOS DE PESSOAS OU GOVERNOS. Isso não me compete!

Mas, aponto, informo, tento esclarecer procedimentos, atitudes que são contrárias aos princípios universais daquilo que denominamos BEM, Ordem, Harmonia e Amor, no final de todo esse processo, quando tais procedimentos são comprovadamente nocivos aos demais. Sobretudo aqueles que extrapolam os limites toleráveis. Tais princípios universais não foram criados por nós, mas balizam – ou deveriam balizar, pelo menos, e essa é a função a que me propus – a existência de todos os entes vivos.

E é dentro dessa perspectiva de informar e apontar que procuro examinar os procedimentos recentes do governo chinês, particularmente no que se refere à responsabilidade pela disseminação do Covid-19: tendo sempre o cuidado de não criminalizar ou de promover o ódio às pessoas que compõem o governo chinês. Mas, me cabe apontar, SIM, todos os fatos incorretos e nocivos por eles praticados! Afinal, é inegável que foi devido à incúria e negligência deles – para dizer o mínimo – que esse vírus se alastrou pelo planeta. E como já foi observado por muita gente, aqui no Brasil, querer absolver o governo chinês das suas responsabilidades na disseminação porque controlou o vírus ou amanhã parabenizá-los, se eles conseguirem ser pioneiros em encontrar a vacina, é como parabenizar a Vale por ter limpado as ruas de Brumadinho! E os que ficaram para trás? E os que ainda ficarão? Quem será responsabilizado por isso? Algo mais grave ainda, quando sabemos que não é a primeira nem a segunda vez que isso ocorre na China!

E me cabe, como cabe a todos nós, fazer a conexão entre todos esses fatos incorretos ligados a esse episódio – que não são poucos – e os demais exaustivamente divulgados por várias fontes de informação (a questão do Tibete, os campos de “reeducação” que na época dos nazistas se denominavam de “concentração”, as práticas comerciais repulsivas, etc.) para esclarecer que por trás dessa forma de proceder existe um elo comum: a cultura ditatorial, fascista e desumana denominada Marxismo, que os chineses adotam!

Continuando, me cabe continuar tal conexão, transpondo-a para outros países e governos, para constatar que, com ligeiras variações (paredóns, bolivarianismo, petismo, psolismo e derivados,  kirchnerismo, etc.), adaptadas às realidades de cada país – ou às dificuldades lá encontradas – os mesmos procedimentos incorretos são usados, seguindo os mesmos métodos viciosos. Algo de muito podre acontece nessa “dinamarca”! E, com certeza, não é o caso de estigmatizar o povo chinês, especificamente. Como não seria se fosse o coreano, ou o brasileiro, ou o americano, ou o congolês. Pois é fácil comprovar que existe um fator maligno comum que os conecta a todos esses citados (que todos sabem quem são) e a quem devemos atribuir toda a responsabilidade: a cultura marxista!

E, com base nisso, em todas essas conclusões, cabe a todos nós, sem exceção, exigir que se criminalize tal cultura, URGENTEMENTE, sem titubear um segundo sequer. Só assim, poderemos pensar em tentar combater efetivamente esse vírus pestilento e tudo o que a isso estiver conectado! Por que, enquanto estivermos, indecisos, isentos, omissos e divididos, o vírus infeccioso se alastrará livremente por todos os segmentos das nossas sociedades, destruindo no caminho todos aqueles valores, sedimentados por gerações e gerações de ancestrais, ao longo de vários séculos e corroendo todo o bem-estar de nossas existências.

Finalmente, me cabe alertar, também, que existe uma conexão óbvia que aponta claramente para um ataque deliberado e sincronizado contra a civilização ocidental hegemônica, comandado por essas correntes unidas pela cultura marxista e que têm a adesão de vários grupos sócio-econômicos – que podem nem ter a cultura marxista, mas por algum tipo de conveniência comungam dos mesmos objetivos e interesses – e o apoio cego dos assim chamados grupos de pessoas “úteis” ou de pessoas “convenientes”, que, na sua maioria são seduzidas cegamente pelas iscas lançadas inteligentemente por pessoas ligadas a essa cultura, sem perceber o preço elevadíssimo que irão pagar, e que o objetivo desses movimentos conectados às sombras é exatamente esse: destruir a civilização tal como a concebemos para impor o Poder e a Dominação totalitária deles!

Para aqueles que ainda não entenderam: a Guerra Moderna não é mais travada inicialmente, pelos tanques de guerra. Isso só ocorrerá no final do processo. Inicialmente, a guerra é travada no campo das ideias, como preconizou o gênio do Mal, António Gramsci. A guerra inicia-se pela disseminação de ideias que visam enfraquecer, se possível eliminando inteiramente os valores básicos que nos sustentam – Pátria, Família e Religião – para que não haja qualquer resistência das populações. Paralelamente, eles infiltram-se em todos os meios que controlam o Poder e os formadores de opinião – Mídia, Judiciário, Órgãos Públicos, Universidades, Meios Artísticos e, se possível até nas Forças Armadas – causando conflitos incessantes e permanentes, até destruírem qualquer possibilidade de resistência. Isso acontecendo, eles tomam o Poder, pelos tanques, instituindo uma ditadura totalitária do interesse deles e eliminando radicalmente qualquer outra fonte de discordância e resistência que ainda possa existir.

Devido a esse ataque fenomenal, inteligentíssimo, sincronizado e poderoso, o mundo dividiu-se de forma clara, inapelável e permanente em dois blocos de apoio bem definidos.  Pode parecer um tanto simplista, e é, mas, no apurar final, naquilo que realmente importa, é exatamente isso. O resto (esquerda x direita, marxismo x capitalismo, progressistas x conservadores, árabes x judeus, etc.) são literalmente firulas e floreios, ferramentas que os agressores de fato utilizam, ou que circunstancialmente eles aproveitam (traficantes, terroristas, criminosos, minorias sexuais e raciais, etc.) e que são criadas para confundir mais ainda a cabeça das pessoas e tirar o foco do ponto essencial: de que existem dois blocos antagonistas em conflito mortal.

Qual o motivo para tanta mistificação e tantas cortinas de fumaça? Por que eles sabem que se falarem a verdade cristalina, as pessoas em sã consciência jamais optarão por aderir a um bloco totalitário e com um histórico ditatorial, autoritário e que faz uso de métodos cruéis e sanguinolentos para coagir e tirar a liberdade das pessoas. Daí a necessidade de mascarar a realidade, negá-la, manipulá-la, mistificá-la, enfim, de fazer tudo o que for necessário para ocultar a verdade.

Perante tal realidade, todos serão obrigados a tomar posição e fazer uma escolha inevitável: a qual desses dois blocos cada um opta por pertencer, pois o bloco agressor não irá permitir a neutralidade e vai se aproveitar da isenção ou neutralidade da maioria (felizes da vida com tanta leniência, lógico) para impor sua vontade. Quem não luta para fazer valer a sua vontade, está condenado a ter que engolir a vontade dos mais voluntariosos – ou mais “espertos” -, com todas as consequências daí decorrentes. Simples assim.

Por isso, afirmo: quanto aos que escolheram o bloco contrário ao seu, paciência, que sigam seu caminho e sejam muito felizes. Duro, sobretudo quando se trata de familiares nossos? Sem dúvida, mas a tal eles estão nos obrigando. Você vê outra opção? Orar e crer na intervenção divina? Sem dúvida, mas imaginar que apenas isso vai impedir que o tigre que está com a presa indefesa e desinformada na boca a engula, quando nos caberia agir, é loucura total.

Deu para entender?

Hoje, em tempos de Covid-19, deu para perceber que nós brasileiros e quase todo o mundo ocidental, travamos uma guerra aberta e feroz em duas frentes bem nítidas: a guerra contra o vírus, com a suspeita (e, atenção, isso é apenas uma suspeita ainda, mas como se trata de uma guerra, cada suposição é factível e válida desde que permaneça no terreno das especulações, enquanto não for efetivamente comprovada, ainda mais quando sabemos da negligência na disseminação no vírus e onde ele se originou, pela terceira ou quarta vez, aliás) e a guerra contra esse bloco agressor e agressivo que tenta atingir a qualquer custo seus objetivos pérfidos no mundo ocidental. E sabemos que a China com certeza faz parte desse bloco. Não esqueça o que eu já disse: no que realmente importa é que só existem de fato dois blocos. Lógico que isso é um tremendo simplismo, e disso eles se aproveitam, mas basta esmiuçar até ao fundo a verdade e perceber que no final é exatamente isso.

Em consequência, temos presenciado ao longo desses últimos 03 ou 04 anos a luta titânica que vimos travando contra os bolivarianistas/petistas do Foro de S. Paulo, como um dos tentáculos desse conflito maior, que persiste mesmo depois de os termos apeado do poder por eleições limpas e temos visto os expedientes sujos aos quais eles recorrem e à determinação com que não desistem de retomar o poder total. Sabemos perfeitamente quem está por trás desses grupos apoiando-os tenazmente. Essa é sem dúvida uma das cabeças do monstro e eles não vão desistir.

Sentimos na pele, agora, o avanço do ataque promovido por outro tentáculo integrante do bloco contrário, os chineses, com suas práticas comerciais de Capitalismo Selvagem Estatal, espúrias e vis. Ok, precisamos adotar o pragmatismo responsável nas práticas comerciais com o governo chinês? Sim, precisamos, mas tendo sempre em mente os necessários cuidados para não incorrer nos equívocos cometidos por outros governos que aderiram ao OBOR (a política chinesa para negócios estrangeiros; procure se informar sobre isso). Pode ser fatal! Dentro desse espírito de precaução, permitir que uma estatal chinesa detenha o controle sobre um veículo de comunicação de massas brasileiro, é um suicídio declarado. Inadmissível! Como se já não bastasse a líder de audiência no setor realizar um trabalho de militância destruidora descarada, de todos conhecida, para inviabilizar o atual governo de inclinação contrária ao bloco agressor e termos tido a estreia no país de mais uma emissora estrangeira conhecida por suas inclinações ideológicas sintonizadas exatamente com a ideologia do bloco contrário. Dessa forma não tem cristão que consiga nos salvar! É jogar para o divino, mais uma vez, aquilo que é de nossa total obrigação fazer. Covardia é pouco!

 

 

É sintomático que esse ataque se concentre no Brasil, na América do Sul. Não apenas por ser um país que tem a capacidade de orientar os destinos dos demais países da região, mas por saberem de nossa extrema vulnerabilidade; continuamos anárquicos, conflitados ao extremo, divididos, sem noção de disciplina numa crise de múltiplos ataques, como a que atravessamos,  e com mecanismos de defesa que até agora se têm mostrado omissos ou verborrágicos, mas pouco eficazes, para dizer o mínimo.

Até quando permaneceremos inertes e passivos nessa guerra promovida pelo bloco inimigo que já logrou minar consideravelmente nossas defesas internas? Até quando for tarde demais para reagir?

A essa conexão pérfida, esse monstro infernal de vários tentáculos, que avança a passos largos sobre nós eu chamo “A Ideologia das Trevas”!

Se desejar consultar o que escrevi sobre este assunto, informo que o livro está disponível em formato físico e nas plataformas digitais da Chiado Books, que o lançou

Ou nos sites da Livraria Cultura, e Livraria Martins Fontes, Livraria Leitura e da Livraria Bertrand (exclusivamente para o leitor de Portugal).

0 respostas

Deixe uma resposta

-
Sinta-se livre para contribuir!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *