DISCO DO MÊS DE SETEMBRO 2019

“At the party with my brown friends”  –  Black Belt Eagle Scout

 

 

If you can imagine all of the best things that the Pacific Northwest has brought us—Mount Eerie, Grunge, Sleater-Kinney, The Girls Rock Camp, and lush mountain ranges—reimagined and told through the perspective of an Indigenous Swinomish/Iñupiaq woman; if you can imagine the magic that would bring to your life then you can imagine Black Belt Eagle Scout.

 

“Se você conseguir imaginar as coisas mais extraordinárias com que o Noroeste do Pacífico nos presenteou – o Monte Eerie, o Grunge, Sleater-Kinney, The Girls Rock Camp e o luxo das montanhas que nos rodeiam – reimaginados pela perspectiva de uma mulher indígena da raça Swinomish/Iñupiaq; se você puder entender a magia que isso traz à sua vida, então você vai saber o que é Black Belt Eagle Scout” 

(Tradução  Livre)

 

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Essas são as palavras que aparecem no site da americana Katherine Paul, uma indígena da raça Swinomish/Iñupiaq que chega ao seu segundo disco – o primeiro de 2018 chamou-se “Mother of my children”, de 2018 – este “At the party with my brown friends” triunfante, depois de ter seu disco de estreia considerado como um dos melhores do ano, de acordo com a crítica musical especializada: Pitchfork, Stereogum, NPR Music e outros bam bam bans da área.

Convenhamos que não é pouca coisa e certamente diz muito da qualidade musical de Katherine Paul neste mundo globalizado que nos permite o privilégio imenso de poder escutar uma manifestação artística tão fantástica de um universo tão distante do nosso.

Tendo a voz intimista e sonhadora de Katherine Paul a conduzir essa viagem musical imbuída de citações e referências totalmente pessoais, através de nove composições que falam de seu mundo particular embalado numa linguagem de “dream pop” alternativo que embora jamais descaracterize suas origens, faria inveja a qualquer artista do gênero, o disco nos prova que a música é de fato uma linguagem universal acessível a todos. Seja falando de um dia cinzento numa praia do Pacífico com um (a) amigo (a) íntimo (a) ou simplesmente falando de seus sonhos, basta ter as veias abertas e a vontade de escutar, para “viajar” com gemas do melhor Pop, como “At the party”, “My heart dreams”, “Going to the beach with Haley”,  “Run it to ya”, “Scorpio Moon” e “I said i wouldn’t write this song”.

E o disco é como ela mesma diz: um convite irrecusável a apreciar esse universo mágico e ao mesmo tempo tão humano e próximo a nós que a mensagem de Katherine Paul evoca.  Quer um cartão postal de globalização mais espetacular do que este disco?  Impossível! Divino!

 

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