The Church é uma das grandes bandas de rock de todos os tempos! Ponto. Posto isso, e sem margem a qualquer tipo de dúvida ou polêmica, resta esclarecer aos que ainda não conhecem essa banda de Canberra na Austrália, na estrada desde 1980, que eles já têm mais de 20 trabalhos lançados comercialmente, sendo que alguns deles, como “Heyday”, “Starfish” – que inclui a sensacional “Under the milky way”, o único hit verdadeiramente planetário do The Church -, “Gold afternoon fix”, “Priest=Aura” e “ After everything now this” merecem figurar sem favor na galeria dos grandes álbuns da história do rock; após várias formações, sobretudo no decorrer da década de 90, eles retornaram agora com os três fundadores originais da banda, o genial líder Steve Kilbey, no baixo e vocais, Marty Wilson-Piper e Peter Koppes nas guitarras, mais o baterista Tim Powles e retornam à cena (da qual aliás nunca estiveram afastados), antecipando o tour que farão por todo o território americano agora em junho/julho (morda-se de inveja!…) , simplesmente com um dos melhores trabalhos de sua já extensa e primorosa discografia: o álbum “Untitled # 23”.

 Mantendo e aperfeiçoando ao máximo as características únicas que os diferenciam de qualquer outra banda de rock e que têm como destaque o vocal sedutor e personalissimo de Steve Kilbey e as interposições altamente complexas de guitarras em verdadeiras “jam sessions” que nos conduzem a extasiantes viagens oníricas, o The Church desfila 10 verdadeiras obras-primas, desde a abertura com “Cobalt Blue” ao encerramento com a tocante balada “Operetta”; difícil avaliar qual o destaque num repertório que inclui “Happenstance”, “Pangaea” e “Anchorage”, três verdadeiros petardos musicais que irão fazer a cabeça dos incontáveis fãs do grupo, mas, se me fosse dado escolher, ficaria com “On angel street”, um verdadeiro “film noir” musical de Kilbey no qual ele disseca o fim de um relacionamento amoroso.

 É disco para deliciar os novos fãs do The Church, porque os antigos, esses certamente já compraram, piratearam, viajaram para a Austrália….. enfim, fizeram qualquer coisa, mas certamente já conferiram há muito tempo este novo e mesmerizante lançamento de uma das grandes bandas de rock do mundo! The Church é uma das grandes bandas de rock de todos os tempos! Ponto. Posto isso, e sem margem a qualquer tipo de dúvida ou polêmica, resta esclarecer aos que ainda não conhecem essa banda de Canberra na Austrália, na estrada desde 1980, que eles já têm mais de 20 trabalhos lançados comercialmente, sendo que alguns deles, como “Heyday”, “Starfish” – que inclui a sensacional “Under the milky way”, o único hit verdadeiramente planetário do The Church -, “Gold afternoon fix”, “Priest=Aura” e “ After everything now this” merecem figurar sem favor na galeria dos grandes álbuns da história do rock; após várias formações, sobretudo no decorrer da década de 90, eles retornaram agora com os três fundadores originais da banda, o genial líder Steve Kilbey, no baixo e vocais, Marty Wilson-Piper e Peter Koppes nas guitarras, mais o baterista Tim Powles e retornam à cena (da qual aliás nunca estiveram afastados), antecipando o tour que farão por todo o território americano agora em junho/julho (morda-se de inveja!…) , simplesmente com um dos melhores trabalhos de sua já extensa e primorosa discografia: o álbum “Untitled # 23”.

 Mantendo e aperfeiçoando ao máximo as características únicas que os diferenciam de qualquer outra banda de rock e que têm como destaque o vocal sedutor e personalissimo de Steve Kilbey e as interposições altamente complexas de guitarras em verdadeiras “jam sessions” que nos conduzem a extasiantes viagens oníricas, o The Church desfila 10 verdadeiras obras-primas, desde a abertura com “Cobalt Blue” ao encerramento com a tocante balada “Operetta”; difícil avaliar qual o destaque num repertório que inclui “Happenstance”, “Pangaea” e “Anchorage”, três verdadeiros petardos musicais que irão fazer a cabeça dos incontáveis fãs do grupo, mas, se me fosse dado escolher, ficaria com “On angel street”, um verdadeiro “film noir” musical de Kilbey no qual ele disseca o fim de um relacionamento amoroso. É disco para deliciar os novos fãs do The Church, porque os antigos, esses certamente já compraram, piratearam, viajaram para a Austrália….. enfim, fizeram qualquer coisa, mas certamente já conferiram há muito tempo este novo e mesmerizante lançamento de uma das grandes bandas de rock do mundo!

 

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