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EM TEMPOS DE COVID – 19, REAFIRMO O APOIO AO GOVERNO BOLSONARO

Numa avaliação superficial, é possível perceber claramente que existe uma guerra em três frentes de igual gravidade que precisam ser enfrentadas pela Nação Brasileira, neste momento: 1) a guerra contra o Covid-19, 2) a Guerra comezinha, aquela do dia a dia, pela sobrevivência do ponto de vista econômico/financeiro e 3) a guerra específica contra forças agressoras – internas e externas – que se aproveitam ferozmente da vulnerabilidade da situação para retomar o Poder e também para dar continuidade a seus nítidos planos de dominação, numa estratégia que sabemos Global.

E sabemos o quanto essas três frentes se intercruzam e se confundem, espalhando cortinas de fumaça que dificultam a visão de qualquer cidadão comum e contaminam enormemente as decisões. São perigos reais e provavelmente muito mais assustadores do que propriamente a ameaça isolada do Covid-19. Essa é a razão principal pela qual precisamos continuar a nos manter firmes e serenos em apoio ao Governo que acreditamos, sabendo que todas as opções tomadas por Bolsonaro são feitas a nível coletivo e precisam levar em consideração o enfrentamento nessas frentes diversas.

Em tal situação, é necessário que você saia urgentemente da sua zona de conforto e manifeste de forma efetiva sua vontade. Ah! Eu não posso, estamos confinados. Pode sim. Compartilhe nas redes sociais as mensagens positivas com cujo teor você concorda; você não tem ideia da força que têm as redes sociais se sairmos dessa zona de conforto e agirmos com determinação; junte-se a grupos já existentes de apoio ao governo ou forme o seu próprio com pessoas do seu contato mais próximo e tente colaborar com suas informações e com seu apoio pessoal; não se preocupe em polemizar com as mensagens dos adversários: eles só desejam nos dividir e nos enfraquecer, ignore-os!

Enfim, o importante é modificar essa sua atitude básica de omissão. É ela que dá força ao adversário. Se as Forças Armadas que sustentam este país perceberem claramente a vontade popular, elas sairão em defesa dessa maioria. E, no mais, ore, coloque seu escudo de Fé e determinação e SIGA OS LÍDERES! Estamos em Guerra!

 

Essa situação de enfrentamento em três frentes simultaneamente é neste momento mais visível e agravada no Brasil. E potencializada pelo caráter profundamente anárquico do povo brasileiro que em nada contribui para amenizar o travo desse pote amargo e desconfortável ao extremo que significa enfrentar uma guerra desgastante em três frentes. Nada pessoal e julgo que isso não incrimina a todos indiscriminadamente, pois sei que existem, também, muitas pessoas disciplinadas no país, mas esses são uma minoria, pois uma das características mais marcantes do povo brasileiro, entre tantas outras, é inegavelmente a anarquia. Minha condição de luso-brasileiro com experiência de vida consolidada nos dois lados do Atlântico e em várias regiões desse país-continente chamado Brasil, me dá base mais do que suficiente para afirmar isso com propriedade.

Apesar de todas essas dificuldades, é absolutamente necessário a todos os brasileiros, neste momento, tentarem avaliar e equacionar a defesa nessas três frentes, e não apenas unicamente em uma das frentes para que cada um possa tomar as decisões que lhes for mais conveniente, pois todas essas frentes estão profundamente conectadas. Impossível tomar qualquer decisão em alguma delas sem considerar as conexões que precisamos fazer entre as três.

Com relação à primeira dessas frentes, a guerra contra a pandemia do Covid-19, penso que cada um deve tomar a decisão que achar mais sensata para seu caso pessoal, escutando e lendo todas as informações sobre o assunto. E sempre tendo ciência de alguns pontos: 1) sua situação pessoal quanto à defesa contra o vírus em si precisa levar em conta a idade, a imunidade, condições de saúde em geral, etc. 2) entender que a epidemia tem um perfil e uma curva em todos os aspectos bastante diferentes em cada região e que depende de vários condicionantes para mostrar seu verdadeiro grau de letalidade e usar primordialmente como referência para si o perfil da epidemia, na cidade ou comunidade em que vive, como o parâmetro com maiores chances de sucesso para embasar mais corretamente sua decisão pessoal e 3) ter em mente que, mesmo com relação ao Covid-19, existem dezenas de opiniões técnicas inteiramente desencontradas e, devido a isso, neste quesito específico, julgo que devemos aferir cuidadosamente todas as orientações técnicas de que dispomos não apenas porque as informações sobre o avanço da epidemia se alteram a cada minuto, numa agilidade fenomenal, fazendo com que as decisões precisem ser alteradas continuamente, mas também porque sabemos que a contaminação dos interesses políticos existe, provavelmente em vários segmentos. Portanto, neste detalhe, devemos seguir as orientações governamentais técnicas, sim, como um parâmetro importantíssimo, mas tendo sempre a mente aberta para outras informações. Com os óbvios cuidados necessários para avaliar se essas “outras” informações, seja o que for que elas defendam, se baseiam em dados confiáveis e não estarão contaminadas por interesses outros que não os interesses técnicos propriamente ditos. Mas, tentar avaliar o máximo possível de opiniões e seguir uma diretriz pessoal. Afinal, é a sua vida e dos seus que pode estar em risco. Independente de outras considerações, esse risco, seja ele insuflado ou não, espontâneo ou plantado, de baixo ou alto risco, é um fato. E, no final, precisamos decidir por nós e de que forma iremos encarar essa ameaça, já que no Brasil não nos é facultado ter uma explanação honesta e puramente técnica que avalie corretamente apenas os aspectos concernentes à evolução da pandemia em nosso território e como poderemos nos defender da melhor forma possível, que não esteja cercada pela suspeita de contaminações politiqueiras e de interesses turvos.

Com relação à segunda frente, ou seja, a da sobrevivência no dia a dia, julgo que cada um deve levar em conta inicialmente tudo aquilo que falei com relação à primeira frente (a do Covid-19, especificamente) e seus desdobramentos e equacionar sua avaliação, se possível, juntamente com sua situação pessoal e familiar nessa frente. Obviamente, tentando conciliar na medida do possível suas necessidades de sobrevivência, pessoais e familiares, às orientações ordenadas pelas autoridades centrais e regionais. Sabendo que, para complicar tudo isso, como se não bastasse, está acontecendo um nítido confronto entre essas duas autoridades, um conflito de bases inteiramente políticas, ou politiqueiras, que sabemos nada ter de limpas e desinteressadas. E aí sim, tendo esses entraves em mente, chegar a uma diretriz a ser tomada pessoalmente.

Finalmente, e para agravar e piorar MUITO todo esse quadro, já de si caótico e assustador, temos a terceira e, segundo a maioria das avaliações, a mais grave dessas três frentes: a existência de forças, internas e externas, poderosíssimas e pérfidas insuflando e alimentando com as armas mais baixas e vis possíveis a desestabilização do Governo, camuflando-se e se infiltrando em todas as frentes dessa guerra que, de acordo com a opinião de muitos, foi quase inteiramente – ou até inteiramente, segundo algumas mentes privilegiadas – provocada com um objetivo final repulsivo muito mais assustador e com resultados muito mais nocivos e devastadores para todos nós, brasileiros, do que os que iremos colher em qualquer das frentes 1) e 2). E, esteja bem certo que esses inimigos estão em todas as frentes, dissimulados e infiltrados, com esse único objetivo a ser atingido a qualquer preço e a qualquer custo. Para essas pessoas, o número de vidas que será necessário para atingir seus objetivos é irrelevante.

São esses, em suma, alguns dos obstáculos fundamentais que se apresentam ao Governo Brasileiro no momento.

Por isso, independentemente da minha posição pessoal quanto ao enfrentamento do Covid-19 e quanto à sobrevivência no dia a dia, algo que é de domínio privado de cada um, reafirmo que continuo firme e forte apoiando politicamente 100% o Governo Bolsonaro.

Paz , Luz e Fé, que iremos todos sair dessa. E, certamente, melhores e para o melhor!

 

Paulo Monteiro

Brasil acima de Tudo, Deus acima de Todos.

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