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Fábrica de Macunaímas

 

 

Foram muitas décadas. Muitas medidas, leis e propagandas maciças marteladas na cabeça tupiniquim.

A formação da mentalidade “Macunaímica” trabalhista tem pai e mãe fundadores.

Por um lado, um ditador populista que julgava o povo incapaz, “hipossuficiente”, para ser mais politicamente correto, necessitado do pai Estado-sindicalista para proteger o trabalhador do patrão ganancioso e explorador.

De outro lado a Carta del Lavoro fascista, concentradora de poderes no Estado, retirando toda a autonomia de negociação individual ou mesmo setorial entre trabalhadores-patrões, tornando impossível qualquer acordo não chancelado pelo sindicato-Estado. Mesmo que o acordo fosse de interesse e proveito para ambos, passou a só ter validade com a anuência do pai Estado onisciente. Carta del Lavoro é a mãe de nossa CLT-cópia.

Quem não enxerga a ideologia marxista da luta de classes, influenciando essa legislação fascista anda mal das vistas.
Tal ideologia, por supor sempre uma exploração dos donos dos meios de produção sobre a “mais-valia” do Trabalho produzido, oblitera a possibilidade do surgimento do que há de melhor no ser humano e na sociedade.

Estabelecida a luta de classes, a cisão patrão-empregado, passa a não ser mais possível a sinergia, a cooperação de ambos para o melhor resultado comum, que seria a sobrevivência, o lucro, o fortalecimento e crescimento da empresa.

Resultado de imagem para fábrica de macunaímasO mais importante, torna-se impossível a União patrão-trabalhador contra o Estado predador.
Estado agora detentor do poder legal de arbitrar essas relações, sem a possibilidade de questionamentos, a não ser através de custosas, demoradas, burocráticas e sempre infrutíferas ações judiciais, já que o judiciário, também braço do Estado, compartilha a visão fascista-marxista de nossa Carta del Lavoro-CLT, julgando sempre a favor da manutenção de seu próprio status-quo, do poder do Estado, legalmente sustentado e contra os patrões exploradores-opressores.

Resultado de imagem para fábrica de macunaímasDessa forma o catequizado-macunaíma julga sempre ser um grande DIREITO conquistado, o confisco obrigatório de parte de seu salário, para ser gerenciado pelo Estado, que não lhe presta conta de nada, ao qual só conseguirá ter acesso após cumprir uma série de exigências burocráticas, criadas pelo próprio Estado, após anos de achaques obrigatórios, com mínima correção e grande perda de valor.

 

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Como o catequizado-macunaíma reage?

Achacando ainda mais o patrão explorador-opressor, fechando outras vagas de trabalho, tornando o empreendedorismo impossível, se aliando ao grande pai-Estado no grande roubo dos ovos e assassinato da galinha.

Assim se fabricam macunaímas aos montes, que cavam a própria cova, pulam dentro e depois se enterram.

 

 

Foto do perfil de Pedro Possas, A imagem pode conter: Pedro Possas, atividades ao ar livre Pedro  Possas é Psicanalista em Campinas

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