,

MEU ANO NO INFERNO

Um investigador secreto desvenda as crueldades das fazendas industriais

 

P.S. : Peço antecipadamente desculpas pela exibição destas imagens cruéis e muito fortes, mas o objetivo é fazer as pessoas entenderem a barbárie cometida contra os animais e mais e mais pessoas se conscientizarem em adotar um estilo de vida que leve em consideração o imenso sofrimento que é infligido a seres sencientes, sobretudo nos abatedouros e nas fazendas industriais.

 

 

Este site apoia integralmente o trabalho desenvolvido pela ONG,  MERCY FOR ANIMALS  filial brasileira

 

 

Assim como a maioria das pessoas, eu cresci sem saber de onde a carne vinha. Há alguns anos fiz uma investigação secreta para desvendar como os animais explorados para abate são tratados

 

Trabalhei como funcionário em matadouros em todo o país, gravando toda a crueldade ali praticada, para mostrar nos noticiários. O que eu vi nunca mais sairá da minha cabeça.

Resultado de imagem para barbárie contra os PORQUINHOSPorquinhas como a “Júlia” são muito amigas e inteligentes. Elas sonham quando dormem e esfregam o narizinho nos amigos. Igualzinho como faz meu cão. Júlia dava pulos de alegria quando me via. Mas sua infância foi muito triste. Ela passou sua vida inteira trancada em uma cela minúscula onde mal podia se mexer. É assim que quase todas as porquinhas são tratadas e esse é o motivo pelo qual sempre acabam sofrendo de problemas mentais. De tanto desespero. Júlia tinha se tornado paranoica e batia repetidamente com a boca nas grades. Outros porquinhos entram em depressão tão grande que permanecem deitados sem se mexer durante dias.

Uma porquinha amiga de Júlia não cresceu o suficiente no período desejado. Para economizar dinheiros, os funcionários a jogaram de cabeça no chão de concreto

Seus filhotes têm seus testículos e dentes arrancados sem qualquer anestesia e são mantidos em áreas minúsculas de concreto onde muitas vezes não chegam sequer a ter a chance de ver a luz do sol. Aos seis meses de idade, são eletrocutados ou recebem um golpe na cabeça com uma barra de metal. Os que têm sorte, morrem na hora. Os outros são mergulhados, ainda vivos, em água escaldante..

Eu fiquei chocado em saber que esse é um procedimento comum à maioria das grandes indústrias. Só o fato de comer a “Júlia” e seus filhotes me pareceu uma situação inimaginável e absurda.

Resultado de imagem para Um investigador secreto desvenda as crueldades das fazendas industriaisA situação da “Júlia” era péssima. Mas com “Biro” (o pintinho) a realidade era ainda pior. As galinhas são geneticamente manipuladas ou mesmo modificadas para crescerem tanto e tão rapidamente que com apenas um mês de vida já sentem dor para andar. As galinhas que eu vi sofriam dores constantes, além de passarem a vida inteira sobre as próprias fezes. Os pintinhos que nascem machucados ou doentes são deixados de lado para morrerem lentamente e sozinhos. Por não terem utilidade para a indústria de ovos, os pintinhos machos são sacrificados com poucos dias de vida em enormes trituradores ou asfixiados em sacos plásticos de lixo.

“Biro foi jogado vivo em um triturador gigante”

As fêmeas têm o bico cortado quando ainda são bem novinhas, para evitar canibalismo por conta do alto índice de estresse, e passam sua vida inteira em gaiolas tão pequenas que mal podem se mexer. Depois de ver como esses animais são tratados, eu soube que nunca mais poderia comer frango ou ovos.

 

Resultado de imagem para barbárie contra os animais

DIGA  NÃO  À  CRUELDADE  CONTRA  OS  ANIMAIS

0 respostas

Deixe uma resposta

-
Sinta-se livre para contribuir!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *