O Primitivismo Político que ainda vivenciamos

Honestamente, nada tenho contra quem tem inclinações esquerdistas em sua essência; na verdade, ate compartilho de alguns desses princípios elevados, apesar de ser assumidamente um liberal e, particularmente, não ver nenhuma saída econômica para as coletividades e países que não passe pelos dogmas liberais. Perfeição não existe nesse Plano e erros existem e existirão sempre. No entanto, a experiência já consolidada em vários países prova que, no plano em que todos nós vivemos, isso é uma verdade incontestável, até ao momento.

A imagem pode conter: textoContudo, isso NUNCA, em momento algum, foi o XIS da questão. Não passemos o carro adiante dos bois; quem dera estivéssemos em um momento equilibrado e de bom senso em que de fato se discutissem tais pontos, pois nesse momento caberia sim o respeito às opiniões diferenciadas. Mas, o que o Brasil vive, de fato, é um estágio muito mais primitivo ainda, corroído e dilacerado por um fenômeno de imunização cognitiva diabólica que atinge boa parte de  sua população que, mesmo com todas as evidências racionais existentes, continua apoiando e dando suporte a um meliante da pior qualidade, um canalha confesso, cujo único propósito é livrar-se de menos de 1% das penas a que ele faria jus em qualquer tribunal justo e isento, retornar ao poder e conduzir o país aos mesmos rumos desastrosos em que os governos petistas por ele liderados o deixaram. E para tal ele vale-se de seu poder de sedução malévolo e manipulação sobre as imensas parcelas de ignorantes absolutos, do poder financeiro de pessoas, de organizações poderosas e do “apoio” movido a interesses espúrios e financeiros de instituições midiáticas. Pior, usa tal influência para tentar barrar a qualquer custo os projetos de governabilidade de quem se propôs e se propõe a tentar nos tirar do atoleiro em que esse mesmo cidadão e seus aliados nos colocaram. E o que é MUITO pior com o apoio e/ou a omissão conivente de parcela expressiva da população que continua a dar suporte a uma situação que tantos males já causou ao país e que tais segmentos fanatizados continuam a causar, ao tentar barrar e entravar a governabilidade de uma facção democraticamente eleita – e o Brasil com um mínimo de sanidade sabe a que custo – e ao impedir de alguma forma que se desmantele, ou se “desaparelhe”, numa terminologia mais específica, as estruturas nocivas que sustentam esse presidiário e perpetuam esse caos político doentio e anormal que ainda vivemos.

E isso, em meu entendimento é muito grave. Pois não se trata de uma confrontação de ideias e sim de assumir uma atitude firme e condenatória contra um líder de massas – como é o caso do presidiário, e seus aliados – que se posicionou abertamente pelo MAL, pelo desonesto, pelo incorreto, pelo antiético. Essa mesma atitude firme e condenatória contra o MAL que foi tomada por Divaldo Franco, um exemplo inegável de homem de caráter com comportamento exemplar, que tomou essa iniciativa, que julgo ser um imperativo para todos os líderes, independentemente de qualquer ideologia, pois tais líderes são os faróis, os exemplos para os demais, num país em profunda crise de valores e extremamente carente de lideranças éticas que o reconduzam aos trilhos do BEM e do Progresso. Não se trata de uma tomada de posição IDEOLÓGICA – nunca foi isso; trata-se de cobrar a postura dos poucos líderes de homens que o Brasil dispõe, contra o MAL e o incorreto. E isso nada deveria ter a ver com o argumento de pretender adotar posturas neutras ou apolíticas. Trata-se de exercer o correto direito de cidadania não-ideológica, algo que deveria ser moralmente exigido a todos, e muito principalmente a quem exerce qualquer tipo de liderança. O Brasil que todos dizemos amar agradeceria profundamente!

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