Não existe nada de novo sob o Sol! O verdadeiro motivo que move essa guerra que se trava atualmente no mundo é um só, e o de sempre: $$$$$$$$$$, Money, bufunfa, dólares, grana!

 

 

E, pelos vistos, também o padrão yen, acrescente-se, se as medidas recentemente tomadas pelo Partido “Comunista” Chinês para impor a força de sua moeda forem bem sucedidas. Tudo o mais é consequência!

Estude História e verá que a verdadeira motivação que existe por trás de todas as guerras até hoje existentes é essa. É exatamente em nome de $$$$$$$$$$$$$, muita, muita, muita, muita $$$$$$$$$$ que os “espertos” e os perversos e “poderosos” insuflam o ódio e a discórdia na massa de manobra, disfarçando suas verdadeiras intenções em nome de pretensos ideais humanitários.

E essa ganância por mais e mais e mais e mais e mais e mais $$$$$$ concretiza-se através de quê? Poder. Dominação. Só o Poder e a Dominação sobre os demais garantem que se conquiste e se mantenha o $$$$$$$. Em nome disso giram todos os conflitos e faz com que ambos se entrelacem numa aliança sombria, de tal forma que esquecemos que se filtrarmos tudo muito bem, no fundo do prato o que vai aparecer será sempre o $$$$$$. O desejo de muito, muito, muito, muito $$$$$$. Seja ele em que padrão for: ouro, dólares, terras, yen, petróleo, nióbio, etc.

Observe que eu falei ganância, não ambição. Por que, de fato, a ambição é um impulso natural, válido e desejável; entenda a diferença, pois existe uma clara fronteira entre elas e, se as divisas entre esses dois conceitos pode parecer demasiado tênue a muitos, entenda que isso se deve apenas à vulnerabilidade e à precariedade da condição humana, mas isso não significa que a distância entre ambição e ganância não seja astronômica, como de fato é.

Espiritualistas e religiosos de todas as crenças e raças, podem até divergir em muitas coisas, mas numa eles concordarão: a verdadeira motivação que move o homem por $$$$$ são a ganância, o egoísmo e o desamor. Quanto a isso não há divergência. Só que ganância, egoísmo e desamor são qualidades abstratas, que precisam assumir uma forma concreta para se manifestarem. E essa forma, se você pesquisar até ao final do processo é sempre a mesma: o fator $$$$$$$$!

E isso só irá mudar quando cada um de nós tiver a consciência desse fato e começar a praticar individualmente o desapego, a tolerância, a compaixão, enfim toda essa série de virtudes que o Espírito mais iluminado que já esteve neste Plano de Regeneração, aquele Nazareno que crucificamos dois mil anos atrás, concentrou numa única palavra: AMOR!

E não poderia ser diferente, afinal cada um de nós só tem “controle” sobre si próprio. Não temos controle sobre absolutamente nada que não seja sobre isso. Na verdade a Psicologia e as demais escolas de estudo da psique humana irão até questionar isso. Mas isso é outro “barato”, outra ramificação do estudo do homem, que não vem ao caso aprofundar neste artigo. Até por que nenhuma delas poderá negar a cada um de nós a faculdade de tomar a decisão que desejar no final desse processo. Ah! Por que de fato eu tomei essa decisão levado por tal circunstância, movido por tal desejo, pressionado por tal fator externo. Não importa! Se você perceber bem, você sempre será o escolhedor final. Até mesmo a omissão é uma escolha sua! E como é.

Quem duvida dessa afirmação que faço e tenta “controlar” seu filho, sua esposa, seu irmão, sabe bem o que estou falando.  Deu pra entender? Pois é! Tentar todos nós podemos tentar, mas, garantias de que teremos sucesso, ninguém tem. Porque a trilha do outro é do outro! Sempre será!

Continuando o raciocínio. Se só podemos almejar “controlar” a nós mesmos e temos toda essa dificuldade insolúvel para “controlar” os que nos estão próximos, já imaginou tentar “controlar” um universo de cerca de oito bilhões de seres humanos? Consegue racionalizar o que significa esse número: oito bilhões! Bota na pontinha dos dedos e começa a contar. É gente que não acaba mais. Mesmo assim, o ser humano não desiste nunca.

Nunca desistiu e só irá desistir quando esses tais oito bilhões – todos eles – compreenderem que a única solução virá apenas pela trilha que nos foi indicada pelo Mestre de Divina Sabedoria. Já pensou quando iremos atingir tal estágio? Coisa de louco né? Pois é. Percebeu então a distância quântica que existe entre o que somos e o que, de acordo com os ensinamentos espiritualistas e reencarnacionistas, talvez todos um dia viremos a ser? Afinal, um único elemento desagregador nessa corrente de oito bilhões bastará para “corromper” o outro e romper a corrente. E por aí vai. A vaca vai “pro brejo”! Ou para o matadouro, mais correto dizer.

Ou seja, no longo prazo, e como trilha individual, só nos resta mesmo fazer pessoalmente o caminho individual na trilha do Nazareno e deixar ao outro o que é do outro, pois isso não nos compete? Sem dúvida. Agora, no coletivo, ficar na inércia e esperar que todos os o façam e se predisponham a acreditar nessa Verdade e irão cumprir abnegadamente essa trilha pessoal de elevação da consciência – que é muito árdua, não duvide – hummmmmmm, aí já não dá né? Isso daí já é outra história. Bem outra, por que não cabe na compreensão de ninguém que isso possa ocorrer apenas no curto tempo de uma existência humana, aquilo que nós no vulgo denominamos por uma VIDA!

Os esotéricos e estudiosos afirmam que temos várias existências e na verdade temos uma existência infinita. OK. Com certeza. Nem vamos entrar nesse mérito que cabe a cada um aprofundar – ou não. E não sou eu, que sou adepto do reencarnacionismo desde o bercinho, quem irá questionar isso.

Mas, e daí? E nesta existência, nisso que as pessoas entendem por nesta VIDA, que é o que a quase totalidade desses oito bilhões reconhece como sendo a Vida, como é que fica a nossa vidinha, no aqui e agora? Seguimos a trilha de evolução pessoal, deixando sob o controle dos “outros” o que não nos pertence? OK. Mas, será que de fato o que se presume ser de responsabilidade dos “outros” também não nos pertence, por vezes? O que fazer quando as ações dos demais nos afetam e prejudicam profundamente, a nós e aos nossos familiares, amigos e semelhantes?

Não! Não é mais uma criação mental, como as muitas que nossa mente fabrica, daquelas que povoam os consultórios de analistas. Não. Agora a situação é real e visível. O “outro” está aí na porta e armado para dizimar ou subjugar a minha família, sem dó nem piedade, por exemplo. O que fazer então? Fazemos cara de paisagem, recitamos o mantra OM em postura de Yoga e deixamos a coisa rolar?

Então tá! Difícil, por vezes, né?

Como, na maioria das vezes, não sabemos precisamente quando calar ou quando devemos nos opor no nascedouro às divergências, permitimos que tais divergências se transformem numa bola de neve cada vez mais monstruosa e incontornável. Transponha esse mesmo padrão de comportamento para o coletivo, e assim sucessivamente até atingir as nações e entenderá que quando essa escalada de divergências atinge um crescendo que dificilmente pode ser desfeito e solucionado desemboca em conflitos e, num apanhado final, nas guerras!

De forma resumida, podemos dizer que é isso. É simplista? Demais. Afinal, existe uma quantidade tão fenomenal de artigos já escritos sobre os temas aqui abordados, que daria para construirmos uma ponte entre a Terra e o Sol com eles. Mas, precisamos resumir o essencial num artigo. E o essencial é bem isso!

Portanto, a realidade que ficou para a visão da maioria é exatamente essa! E é com ela que precisamos conviver. Ficar na sua? Essa é a opção da maioria. O caminho mais fácil, mais cômodo. E também a visão mais curta! Ficar na zona de conforto, enquanto dá. Só que, lamentavelmente, todos estão vendo que não dá mais. Foi um longo calvário até chegarmos até aqui. E que calvário, mano! E estamos longe de ter saído dele. Culpa nossa? Também. Em parte. Mas, o que aqui importa é que dessa inércia e dessa omissão se locupletam os perversos para dar vazão à sua ganância e ao seu egoísmo. Isso é inevitável! E eles não irão desistir e vão explorar com toda a crueldade possível isso que na visão deles passa apenas por fraqueza.

E, para evitar que isso não ocorra, precisamos meter a mão na massa. Pois quem quer paz, precisa primeiro guerrear para isso.

Como podemos pretender ter Paz, se não lutamos por ela? Como podemos levantar a voz para pleitear Justiça, Ética e Probidade, se nos calamos nos momentos em que aqueles que zombam abertamente disso, vêm até à nossa porta descaradamente para demolir esses valores, aproveitando-se da nossa covardia e omissão? Quando aprenderemos que precisamos fazer a nossa parte nessa questão? Até quando deixaremos exclusivamente a encargo dos “outros” – da Providência Divina, da “Lei Humana”, da Polícia, do Exército, do tal “Estado” (essa é ótima!), etc. – a luta pelos nossos efetivos direitos e até pela nossa sobrevivência?

Muitos, inclusive, preferem seguir a ideia de que quem busca o aprimoramento pessoal e a elevação da consciência não deve se envolver com essas baixarias da Política. Ora, ora, ora! Podem até ser baixarias – e são! MUITA baixaria. Mas, como não se envolver, se na verdade Política é a nossa vida? A não ser que optemos por viver a nossa vida no isolamento sagrado de um Mosteiro no Tibete. Pode até ser uma opção para uns poucos privilegiados, ainda, mas, certamente a anos-luz distante de ser uma opção para os demais.

Como não se envolver, afinal, se a Política só se transformou nesse mar de baixarias e de horrores, sobretudo pela omissão dessa maioria? Não será esse convite a evitarmos nos envolver com essa “baixaria” de fato um convite a nos desarmarmos, e com isso ficarmos à mercê e sem qualquer opção perante a inevitável “baixaria” que, no final, nós próprios ajudamos a atrair?

A essas pessoas que se refugiam na sua zona de conforto ante o claro e evidente ataque do Mal e se escudam em pretensos fundamentos cristãos “elevados e pacifistas” relembro MAIS UMA VEZ as palavras do Nazareno:

Não pensem que vim trazer paz à Terra. Não vim trazer paz, mas espada” (Mateus 10:34).

Caridade, Informação, Exemplo pessoal, Conhecimento, Oração, enfim, cada qual é uma peça e tem sua função nessa obra ainda por fazer e cada um tem que acreditar que sua opção é a melhor. Mas, o que não resta dúvida é que precisamos defender de forma prática a nós e aos outros. A omissão com certeza não será jamais uma boa opção.

E, por acreditar nisso, dentro desse espírito, de tentar cooperar com os demais, e tendo em mente tudo o que falamos anteriormente, é necessário entender que a verdadeira guerra que existe atualmente no mundo se resume basicamente ao conflito de Dominação e de Hegemonia no Poder. Os argumentos dissimuladores por eles introduzidos: direita x esquerda, capitalismo x socialismo (no sentido econômico-social), são apenas ferramentas que inflamam e provocam conflito entre os desavisados e tiram de foco seus verdadeiros objetivos.

Que é Poder e Dominação. Relembrando. E Poder e Dominação significam $$$$$$$!

Tentar definir quais os peões que representam esses dois blocos em posições antagônicas – sobretudo os que compõem o bloco agressor – e as alianças e movimentações feitas por eles é tarefa por demais exaustiva e pode revelar-se enganadora, num momento subsequente, já que tais movimentações nesse tabuleiro, além de dissimuladas, são extremamente mutáveis e complexas. Como, aliás, todos os relacionamentos humanos.

Contudo, genericamente podemos identificar o conflito entre um bloco hegemônico, representado pelos Estados Unidos e seus aliados ocidentais, denominados Países Livres, nos quais existem Democracia e Liberdade, que é confrontado e agredido por outro Bloco, constituído por: 1) países comunistas (no sentido geopolítico) e totalitários, capitaneados por China e Rússia e os países e grupos a eles aliados, comumente conhecido como Bloco Eurasiano por 2) o Bloco Islâmico, quase todos totalitários, liderados pela Teocracia Iraniana, cujo único fator comum é a ausência desses valores, e 3) por Grupos fortemente capitalizados, genericamente denominados de Nova Ordem, que congregam os interesses Globalistas e Progressistas, cujo exemplo mais notório é o Quantum Group Funds de George Soros – cuja ideologia se molda perfeitamente a seus planos – e suas várias filiações, ou braços, e os parceiros que conseguem cooptar, ou que aderem a esse Plano maquiavélico que vem sendo posto em prática há longos anos no Planeta e cuja intenção final oculta é impor um Governo Mundial único, repressor, totalitário e genocida, destruindo a Ordem e os valores existentes nos seus adversários, de acordo com as sombrias táticas gramcistas.

Ressalve-se, também, que os objetivos e as concepções de Poder de cada um desses agentes agressores nem sempre coincidem, mas todos eles, aliados e conectados entre si ou isoladamente – de uma forma mais agressiva e radical, ou mais branda e dissimulada, ou até se confrontando entre eles em alguns objetivos – seguem obstinada e fanaticamente uma cartilha para derrubar a qualquer custo a hegemonia ocidental e a Ordem ali vigente. De forma legal ou ilegal, ética ou amoral ou criminosa, pouco importa.

O que importa aqui é perceber que hoje a agressão, por parte dessas forças, chegou à nossa porta. Estamos em Guerra. E essa Guerra foi iniciada por eles muito tempo atrás. Não necessariamente aquela guerra tradicional de artilharia, tanques ou mísseis. Ainda. Esse seria o estágio final. Mas, uma guerra de ideias que invadiu todos os nossos espaços, se infiltrou e envenenou todo o nosso cotidiano. Não se trata de Teorias de Conspiração como eles passaram anos plantando essa desinformação na cabeça das pessoas. Não. Para os céticos e incrédulos, isso já deve ter ficado muito claro. Precisam ainda de mais evidências do que as que já nos foram apresentadas? Caramba! Portanto, não dá mais pra bancar um avestruz e esconder a cabeça na areia para não querer enxergar.

Existem outros conflitos regionais e laterais menores, como o conflito entre árabes x judeus, os conflitos tribais africanos, etc. etc. etc.? Existem sim. Mas, todos eles são engolfados por esse Conflito maior, de dimensões gigantescas que a todos encampa, obrigando à adesão a um ou ao outro bloco. Em linhas genéricas, e aqui descritas de forma bastante simplista, chamam a isso de Tabuleiro da Geopolítica.

Contudo, o que importa é que, na prática, não há muito como fugir inteiramente a isso. Ou você opta por aderir a um bloco, ou ao outro. Ficar neutro num mundo globalizado e interdependente como o nosso, ante um cataclismo fenomenal como esse acaba sendo quase impossível. Todos nós estamos percebendo isso claramente, agora.

Daí a necessidade de isolamento com relação a quem se posiciona e adere a essas forças destrutivas, de uma forma consciente ou não, ingênua ou perversamente. Lamentavelmente, como forma de defesa da nossa paz interior e de tentar manter em ordem e equilíbrio o nosso próprio universo pessoal. Triste, mas necessário.

Em função disso, mais tarde ou mais cedo seremos obrigados a fazer uma escolha. Eu, particularmente, já fiz a minha, há muito tempo. Por que fiz tal escolha? Por que um bloco é Luz por inteiro e o outro é Sombra por inteiro? De forma alguma. Não existem santos nessa capoeira. Mas, convenhamos, se a gente pesar direitinho e tiver um mínimo de honestidade intelectual, qual desses blocos está fazendo uso permanente e prioritariamente de um arsenal de manipulações, vilanias, deturpações e o que mais for possível de perversidades e agressões? Só se alguém for muito mau caráter para negar e precisar ainda alinhavar tudo o que temos vivenciado e já foi mais do que exaustivamente reprisado. Por isso, nem perca seu tempo em tentar argumentar comigo nessa linha, tentando apontar os defeitos e imperfeições do bloco que defendo. Quem disse que este não é um Plano de Expiação, ainda? Assim, prefiro simplificar e dizer que fiz essa escolha simplesmente, por que opto por pertencer a um bloco que me oferece liberdade e democracia. Apenas isso me basta no comparativo. Para nem entrar em discussões cansativas, repetitivas e, além do mais, inúteis com essas pessoas.

Estou fora. Não é a elas que dirijo este texto. Aliás, não existe a menor chance de me verem polemizar com essas pessoas. E, tem mais: bloqueio no ato qualquer comentário ou interferência dessas pessoas em meus espaços. A opinião e os comentários dessas pessoas não me interessam para absolutamente nada. Ah! Isso é autoritarismo, fascismo, barbarismo. Chame-lhe o que quiser. Não sou obrigado a admitir no meu espaço interior e nos espaços privados que me pertencem o Caos e a Inversão trazidos por pessoas que optaram por aderir aos objetivos das forças do bloco contrário. Pessoas iguais a mim, com Sombra e Luz – sem dúvida – mas, pessoas muito doentes. Lamentavelmente!

Enfim, em minha escolha, jamais optarei pelo que inevitavelmente só irá me oferecer autoritarismo, ditadura, repressão (as verdadeiras não aquelas que nos acusam por tática perversa ou por falta de argumento, mas sem o menor fundamento) e até coisas piores – precisa ainda especificar? -, se eu pretender discordar das linhas que irão impor. Podem vir com os argumentos que quiserem, com os argumentos falaciosos que desejarem: não vai colar! Não por que os seres humanos desse bloco sejam melhores ou piores do que os do outro. Não são! Existem seres humanos de todos os estágios evolutivos em cada agrupamento de seres humanos e em cada um desses blocos. Além do mais, não cabe a nenhum de nós julgarmos os outros! Essa questão nunca foi pessoal, de fato. E sim de escolhas errôneas. Simplesmente isso!

Quanto a você, portanto, faça então a opção que desejar! O livre arbítrio e a liberdade de escolha são direitos de todos. Seja feliz e siga seu caminho, com uma certeza: tudo indica que sua escolha poderá ser definitiva nesta vida, pois o conflito, a guerra está claramente na nossa porta, por mais que ainda duvidemos. E, quer saber, não enxergamos, neste momento, perspectivas de que irá terminar tão cedo.

Mas, entenda que toda escolha traz um preço a ser pago. Analise se sua escolha vale o preço que irá pagar, pois julgo que, em contrapartida, não existe nada que justifique que em nome de presumidas tolerância, paz, “aceitação”, “amor” ou em nome do respeito às crenças pessoais de cada um – no caso, as suas -, os demais precisem tolerar e com isso serem coniventes ou omissos para com abominações como o Nazismo, o Comunismo, o Racismo, enfim, o Satanismo em seus vários disfarces e perversões como as que são professadas pelas forças que suas escolhas, consciente ou inconscientemente, apoiam ou às quais aderem.

Não se trata mais de respeitar as crenças de cada um. Não se trata mais de uma escolha ideológica, como talvez lhe tenham levado a crer. Isso é pura mistificação. Não se trata mais de se esconder sob a justificativa de que tudo não passa de uma simples questão de afirmação pessoal, própria de idades mais imaturas. Não se trata mais de aceitar um joguinho de egos, que consiste em posar de “antenado” para a “galera” e/ou de intelectualizado para reafirmar uma individualidade, ou de simplesmente seguir a manada.

Trata-se de entender que escolha tão terrível você pode estar fazendo. E, sobretudo, trata-se de entender que os outros que não fazem parte do “círculo” que você reverencia poderão reagir e rejeitar o Mal e o Incorreto pelo qual você fez uma opção e recusar-se terminantemente a conviver com isso.

Sabe por quê? Porque estamos em Guerra. É a nossa Liberdade e até a nossa sobrevivência que está em jogo.

Sei que quase todos nós, neste momento terrível pelo qual passamos, estamos divididos e fraturados por esses ataques que têm levado o Ódio, a Discórdia, a Guerra e a Dor, até entre membros consanguíneos da mesma família. E sei o quão difícil é saber como agir numa situação dessas.

Contudo, a essas pessoas em dúvida de como proceder eu coloco a seguinte questão: qual o sentido verdadeiro do Amor, da verdadeira aceitação, da Justiça e da Dignidade de nossa essência mais profunda em tal circunstância – até para com o adversário ou opositor, quando estamos cônscios dos desvios da conduta deles -, quando o agressor nos coloca em tal situação que exige de fato uma opção, uma tomada de posição?

Afinal, em qual momento de nossa trajetória deixamos de identificar claramente o que seja crime, desonestidade, bandidagem, mentira, inversão, deturpação, injustiça, “empulhação” e “avacalhação”, pura e simplesmente?

Por isso, pergunto: qual será neste momento o verdadeiro sentido do Cristianismo que, julgo eu, quase todos nós do mundo ocidental professamos?

Não será talvez por tal razão que estamos todos sendo confrontados por esse desafio, de como distinguir e enfrentar esse cisma brutal?

Não será para que, ao adotarmos a firmeza na convicção da defesa de nossos valores mais básicos, se permita que a Verdade venha a transparecer, finalmente cristalina e sem mistificações, à frente de todos?

E volte a mostrar seu fulgor, imutável e perene como sempre foi!

 

Paz e Luz a todos!

 

Paulo Monteiro

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